A reprodução do mosquito foi identificada pela Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido (UKHSA) em propriedades residenciais no leste de Londres.
Segundo o UKHSA, medidas de controle foram implementadas para destruir as larvas.
Segundo ele, provavelmente os mosquitos foram levados ao país em bagagens de viajantes e encontraram um ambiente propício para a reprodução devido às recentes ondas de calor.
Apesar de ele não considerar que haja um risco iminente do estabelecimento da espécie na região, o especialista alerta que, com o aquecimento global, é possível que no futuro esse cenário mude.
“Apesar das evidências de reprodução nesta área local e das recentes ondas de calor, a espécie não está estabelecida no Reino Unido e não consegue sobreviver a longo prazo no clima típico do país, que é frio demais no geral. No entanto, espera-se que, com o aquecimento global, continuemos a observar incursões de mosquitos invasores e um aumento nos relatos de sua capacidade de sobreviver no Reino Unido”, afirmou.
Ele também solicitou que, como precaução, os moradores não deixem água parada para evitar a reprodução do mosquito.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Thays Martins.




