ACRE

Edvaldo cobra retorno dos 10% da tabela da Educação

Deputado afirma que professores aguardam reparação de uma perda histórica na tabela salarial.

Camila Souza Por

Durante manifestação realizada na sexta-feira (17), em Rio Branco, o deputado estadual Edvaldo Magalhães defendeu o retorno dos 10% da tabela da Educação e afirmou que não existe justificativa para que a medida ainda não tenha sido adotada pelo governo estadual.

O parlamentar participou do ato promovido por professores em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e ao Palácio Rio Branco. A categoria reivindica a recomposição da tabela salarial da Educação, retirada em mudanças promovidas nos últimos anos.

Ao se dirigir aos manifestantes, Edvaldo destacou que diversas carreiras do serviço público estadual tiveram alterações recentes em seus planos de cargos e salários, enquanto a demanda dos profissionais da Educação segue sem solução.

Foto: Reprodução.

Segundo ele, mudanças foram realizadas em órgãos como a Secretaria de Estado da Fazenda, Procuradoria-Geral do Estado, Defensoria Pública, Tribunal de Contas, Tribunal de Justiça e Ministério Público.

O deputado argumentou que a devolução dos 10% representa uma questão de justiça com os trabalhadores da Educação e afirmou que há previsão orçamentária para atender à reivindicação.

“Não tem justificativa nenhuma de não devolver a tabela da Educação”, declarou.

Edvaldo também afirmou que a medida poderia ser adotada por meio de decreto e que os recursos necessários já foram considerados nos orçamentos estaduais, incluindo o que está em vigor atualmente.

Para o parlamentar, a manutenção da situação atual prolonga uma perda histórica enfrentada pela categoria.

“O debate em torno da tabela da Educação é de fazer justiça para uma covardia que foi cometida contra a Educação. Devolver é uma questão de fazer justiça. Não devolver significa permanecer cometendo uma grave injustiça contra a Educação”, afirmou.

A reivindicação dos professores continua sendo uma das principais pautas da categoria nas negociações com o governo estadual.