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Revista no presídio de Rio Branco impede possível fuga e confronto

Grades obstruídas e armas artesanais foram encontradas antes que uma possível fuga ou confronto entre internos pudesse acontecer.

Henrique Ribeiro Por Henrique Ribeiro

Uma revista no presídio de Rio Branco impediu, nesta segunda-feira (17), uma possível tentativa de fuga e um confronto entre internos do Complexo Penal de Rio Branco Dr. Francisco de Oliveira Conde (FOC). A ação encontrou grades obstruídas e diversos estoques em celas do Pavilhão G.

A operação foi realizada pelo Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) e pela Polícia Penal do Acre (PPAC), após o setor de inteligência identificar uma possível movimentação suspeita no local.

Grades estavam obstruídas em duas celas

Segundo o Iapen-AC, agentes da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado (DEPRF) identificaram indícios de movimentação nas celas 13, 14 e 15 do Pavilhão G.

Durante a revista, os policiais penais encontraram obstruções nas grades das celas 13 e 15.

A situação levantou a suspeita de que os internos poderiam estar preparando uma ação para tentar deixar as celas ou iniciar um confronto dentro da unidade prisional.

Estoques foram encontrados durante revista

Além das alterações nas grades, os policiais penais localizaram diversos estoques — armas artesanais produzidas dentro do ambiente prisional.

De acordo com o Iapen-AC, o material encontrado indicava uma possível preparação para confronto entre internos ou para uma eventual tentativa de evasão.

A intervenção ocorreu antes que qualquer uma dessas situações se concretizasse.

Iapen-AC anuncia novas medidas

O Instituto informou que medidas administrativas serão adotadas após a ocorrência para evitar novas intercorrências dentro da unidade.

A ação também faz parte das medidas de segurança adotadas pela Polícia Penal para manter o controle das unidades prisionais do Acre.

Até o momento, não foi informado se houve confronto, tentativa efetiva de fuga ou registro de feridos durante a operação.

O caso segue sob acompanhamento das autoridades responsáveis pela administração e segurança do Complexo Penal de Rio Branco.