Um dos momentos mais comentados do documentário inédito exibido de forma restrita a um grupo seleto de assinantes da Netflix, sobre Suzane von Richthofen, não está ligado diretamente à execução do crime brutal que marcou o país há 24 anos, mas à forma como ela relembra o passado. Em uma das cenas, a condenada aparece gargalhando ao revisitar episódios que antecederam o assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002, e momentos vividos após sua prisão.
Em cenas que viralizaram nas redes sociais, Suzane aparece rindo em diferentes momentos do depoimento. Em um dos trechos que mais chamaram atenção, ela chega a gargalhar ao contar que quis comer no McDonald’s pela primeira vez depois de ser presa, e que o pedido teria sido feito dentro do gabinete do promotor.
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A reação contrasta com a gravidade da história que envolve seu nome. Durante o relato, Suzane abre um sorriso largo, joga a cabeça para trás e ri ao relembrar a situação inusitada, o que gerou forte repercussão entre o público.
O documentário revisita o caso ocorrido em 2002, quando Manfred e Marísia von Richthofen foram assassinados. Suzane foi condenada como mandante do crime, executado por Daniel Cravinhos, seu então namorado, e pelo irmão dele, Cristian.
Ao longo da produção, ela também fala sobre a relação com os pais, descrita como fria e distante, além do envolvimento com Daniel, apontado como um divisor de águas em sua vida. Em outros momentos, Suzane detalha conflitos familiares, a rotina dupla que levava e o contexto que, segundo sua versão, antecedeu o crime.
Apesar do teor denso do documentário, são justamente as cenas em que Suzane ri — especialmente ao relatar episódios após a prisão, como o desejo de comer fast food — que mais têm repercutido e dividido opiniões nas redes sociais.
Ainda sem data oficial de estreia, a produção, intitulada provisoriamente de “Suzane vai falar”, também mostra aspectos da vida atual da condenada, incluindo sua rotina fora da prisão e o relacionamento com o médico Felipe Zecchini Muniz.




