Um surto de sarampo se alastra pelos Estados Unidos e, nesta terça-feira (25/8), as autoridades de saúde anunciaram as duas primeiras mortes de norte-americanos com a doença em 2026. As vítimas eram da Pensilvânia, e ambas não foram vacinadas contra a doença.
De acordo com o The New York Times, as mortes ocorrem em um ano recorde para o sarampo no país: mais casos foram registrados em 2026 do que em qualquer outro desde que o vírus foi declarado eliminado no país, em 2000.
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do Metrópoles
Nomes, idade e demais dados de identificação das vítimas ainda não foram divulgados.
Mas, em todo o país, as taxas de vacinação infantil de rotina vêm caindo e segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), cerca de uma em cada cinco pessoas não vacinadas nos Estados Unidos que contraem o vírus acaba sendo hospitalizada.
Entre as crianças, o perigo é ainda maior: três em cada 1.000 com sarampo morrem devido a complicações respiratórias (uma em cada 20 crianças com sarampo desenvolve pneumonia e esta é a principal causa de óbitos) e neurológicas (podem sofrer inchaço cerebral, o que pode resultar em perda auditiva permanente ou deficiência intelectual).
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Lorena Pacheco.




