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Sem Bolsonaro, sem furar bolha: como a campanha de Haddad avaliou 1º debate

Por Milena Teixeira
Renato Pizzutto/Band

Integrantes da campanha do ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad avaliam que o principal adversário na disputa, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), evitou citar o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o debate da Band, realizado na noite de domingo (9/8).

Na avaliação dos aliados do petista, a estratégia de Tarcísio de evitar uma associação direta com Bolsonaro chamou atenção.

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Tarcísio e Haddad em debate em São Paulo

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Tarcísio e Haddad em debate em São Paulo

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Tarcísio e Haddad em debate em São Paulo

Renato Pizzutto/Band

Segundo a equipe de Haddad, o debate teve pouca capacidade de furar a bolha e ficou concentrado em temas como o tarifaço, a crise envolvendo o Banco Master e a polarização entre o presidente Lula e Bolsonaro.

Como foi o debate

O primeiro bloco do debate foi marcado por ataques e defesas em três áreas centrais: segurança pública, educação e economia. O confronto começou com os dois candidatos tentando estabelecer as principais linhas de suas campanhas.

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do Metrópoles

Haddad concentrou os ataques no legado dos quatro anos de Tarcísio à frente do governo paulista, enquanto o governador buscou defender os resultados de sua gestão e associar o adversário ao governo Lula.

O debate se voltou para a política econômica. Tarcísio tentou nacionalizar a discussão ao relacionar Haddad ao governo federal e à condução da economia durante sua passagem pelo Ministério da Fazenda.

O petista rebateu as críticas e procurou trazer o debate para a realidade de São Paulo, defendendo as medidas adotadas pelo governo Lula e questionando as escolhas econômicas da administração estadual.

Na segurança pública, Haddad questionou os resultados da política adotada pelo governo estadual e criticou a atuação das forças de segurança.

Tarcísio, por sua vez, defendeu a gestão e apresentou números e ações de combate à criminalidade para sustentar a avaliação positiva de seu governo. O tema é considerado estratégico na eleição paulista, já que a segurança pública aparece entre as principais preocupações do eleitorado.

Na educação, o embate passou pelas políticas adotadas na rede estadual e pela qualidade do ensino. Haddad explorou sua experiência como ex-ministro da Educação e cobrou resultados do governo Tarcísio. O governador, por sua vez, citou investimentos e medidas implementadas durante sua administração.

O petista também buscou apresentar uma visão alternativa para a política educacional paulista, enquanto Tarcísio defendeu as ações adotadas em sua gestão.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Milena Teixeira.