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Sem saidinha e visita íntima: Zema explica proposta de "super presídio"

Por Isadora Teixeira
Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

Candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo) defendeu o endurecimento do regime prisional no Brasil.

O recém-confirmado presidenciável disse que, se eleito, fará com que sejam proibidas as visitas íntimas e “as saidinhas” temporárias de líderes de organizações criminosas. A proposta faz parte do “super presídio” sugerido por Zema.

“Se quiser ficar livre disso, não cometa crime. Vou enquadrar todas as organizações criminosas como terroristas. Dá para respeitar a lei e prender bandido”, declarou Zema em sabatina no Metrópoles.

Zema afirmou que o Poder Judiciário “não prende bandido”. “Aliás, está criando bandido. Não é por acaso que 40 mil, 50 mil brasileiros morrem todos os anos assassinados. O recordista mundial há décadas. Nós nos acostumamos”, criticou.

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Romeu Zema ao lado do senador Eduardo Girão e do presidente do Novo, Eduardo Ribeiro

FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Uma das propostas de Zema na segurança pública é a construção de um “super presídio” na Amazônia. “Nós temos hoje áreas de fronteiras no Brasil totalmente mal atendidas em termos de acompanhamento e cobertura. Podemos, muito bem, fazer um super presídio na divisa com Peru, Bolívia e Colômbia”, afirmou.

Segundo Zema, os detentos trabalhariam para as Forças Armadas.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Isadora Teixeira.