O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (1º/9), a indicação do ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), para integrar o Tribunal de Contas da União (TCU), na vaga deixada por Bruno Dantas esta semana. A indicação segue para a Câmara dos Deputados e deve ser votada nos próximos dias.
Pacheco recebeu 63 votos a favor e quatro votos contrários do Senado, e contou com o apoio e a articulação favorável do seu sucessor e aliado, o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Como mostrado pelo Metrópoles, o senador amapaense pediu que os senadores estivessem em Brasília para votar a indicação.
Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles
“Foi um verdadeiro democrata que soube nos conduzir para ancorarmos em um destino seguro”, disse Calheiros.
Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles
Frequência de envio: Diário
Ver todasVer todas as newsletters
Futuro político
O futuro de Pacheco depois do fim do mandato teve diferentes possibilidades. O senador foi cotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ser candidato ao governo de Minas Gerais, mas recuou da proposta.
Depois, seu nome foi ventilado para compor o Supremo Tribunal Federal (STF), chegando a ser pivô do rompimento entre Alcolumbre, que pressionava pela indicação do colega, e o presidente Lula, que escolheu Jorge Messias.
Depois da negativa, o senador mineiro passou a dizer que encerraria a vida pública e retornaria à advocacia, mas a possibilidade de Bruno Dantas deixar o TCU e, assim, abrir uma vaga na Corte, redefiniu os rumos da vida pública do senador.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Luciana Saravia.




