O atual sistema carcerário brasileiro é marcado por um déficit de 166,7 mil vagas, revelando uma disparidade preocupante entre sua capacidade e o número de detentos. Com 649,6 mil pessoas privadas de liberdade e apenas 482,9 mil lugares disponíveis, a superlotação nas prisões compromete a eficácia do processo de ressocialização, além de proporcionar o fortalecimento de facções criminosas.
Contudo, a implementação efetiva de tais estratégias ainda permanece como um desafio a ser enfrentado, e a Senappen ainda não detalhou as medidas planejadas para reverter a superlotação e conter a influência das facções criminosas no sistema prisional.




