A bebê foi devolvida à família materna, acompanhada pelo conselho tutelar local. As investigações prosseguem para esclarecer o paradeiro da mãe da criança, que ainda está desaparecida. A polícia também está investigando o possível envolvimento de outras pessoas no crime.
— Ela (a acusada) optou por permanecer em silêncio, quando chegou na delegacia. As duas (mãe da criança e acusada) moravam próximo, na comunidade do Preventório. Não vou descartar possibilidade nenhuma (sobre o que aconteceu com a adolescente) — disse o delegado Willians Batista de Souza, titular da DHNSG, que não quis adiantar mais detalhes do caso, para não atrapalhar as investigações.
No momento da chegada da polícia, o casal estava numa varanda do imóvel, bebendo cerveja, acompanhado da bebê. Segundo a polícia, ao ser indagada se seria ela a mãe da criança, a acusada teria apresentado uma certidão de nascimento.
Os policiais suspeitaram que o documento seria falso, o que depois foi constatado por análises. A mulher foi interrogada a respeito do histórico de nascimento e pré-natal da criança e acabou por confessar que o bebê era, na verdade, a filha da adolescente, tendo recebido voz de prisão.
A jovem e a criança desapareceram na tarde do dia 11 de outubro de 2023, saindo de casa, na comunidade do Preventório, em Charitas, por volta das 15h, sem revelar o destino, e não foram mais vistas desde então.
Nesta segunda-feira, a Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Luciana.






