“Eu confio absolutamente na segurança das urnas. Isso não é mais pauta, não deve ser”, afirmou Tarcísio. A declaração foi dada durante sabatina da Rádio CBN, em parceria com os jornais O Globo e Valor Econômico.
Na entrevista, Tarcísio também respondeu a temas nacionais como o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O candidato disse que “não se pode personalizar o debate” sobre o impeachment, mas que o instrumento é válido.
“Se um presidente da República pode sofrer um impeachment, um ministro também pode”, afirmou. O tema tem aparecido com frequência em discursos de Flávio e de outros candidatos bolsonaristas, que querem tirar o ministro Alexandre de Moraes da corte.
Tarcísio defendeu ainda que o país passe por uma reforma política, com a instituição do voto distrital e o fim da reeleição.
Receba no seu email as notícias de Metrópoles SP
Frequência de envio: Diário
Ver todasVer todas as newsletters
“A reforma política talvez seja a mãe de todas as outras reformas”, disse Tarcísio, afirmando que existe um “consenso sendo formado” sobre o tema no país. O candidato argumentou que o voto distrital pode melhorar a representação no Congresso e que o fim da reeleição “é fundamental”.
Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles SP
Questionado se Flávio Bolsonaro tinha feito uma sinalização a ele ao defender o fim da reeleição, Tarcísio disse que o recado era para “todo o grupo” e negou que estivesse de olho em 2030. “O gesto do Flávio não sinaliza para mim, sinaliza para todo o grupo. Não dá pra pensar agora em 2030, tem muita água para rolar.”
Apesar da fala, o governador tem abordado temas nacionais em sua campanha. O próprio vídeo de apresentação da sua candidatura traz Tarcísio como um “exemplo para o Brasil”.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Jessica Bernardo.




