
O taxista Euclides Alves de Oliveira, de 32 anos, foi julgado nesta quinta-feira (04) pela morte da sua esposa, Jéssica dos Santos, ocorrida em outubro de 2018 na cidade de Cobija, distrito de Pando, na fronteira do Acre com a Bolívia. O julgamento foi realizado na 1ª Vara do Júri de Rio Branco, mesmo sendo um crime cometido em outro país.
O caso começou a ser investigado no Acre em junho de 2019, após o assassinato de Jéssica. De acordo com informações do inquérito, após a separação do casal, Euclides e Jéssica decidiram reatar o relacionamento. No entanto, o marido descobriu que a esposa havia se relacionado com outra pessoa durante o período em que estiveram separados. A partir daí, Jéssica passou a ser ameaçada frequentemente por Euclides.
Este caso é mais um exemplo trágico de violência doméstica e feminicídio que ocorre com frequência em todo o mundo. É importante que a justiça seja feita e que haja uma conscientização cada vez maior sobre a gravidade desses crimes e sobre a necessidade de se combater a cultura do machismo e da violência contra a mulher.



