
O desaparecimento do trabalhador braçal Adenilson dos Santos Maia, de 30 anos, segue cercado de incertezas e angústia para familiares e moradores da zona rural de Sena Madureira. Ele foi visto pela última vez na noite de 2 de março de 2025, no ramal dos Terçados, onde morava.
Em novembro do ano passado, equipes retornaram ao local para novas diligências. Durante a ação, quatro aparelhos celulares foram recolhidos e encaminhados para perícia técnica. O conteúdo desses dispositivos pode ajudar a esclarecer os últimos contatos de Adenilson e reconstruir a sequência de acontecimentos antes do desaparecimento. Até o momento, os resultados não foram divulgados.
Filho do conhecido morador apelidado de “Longa”, da comunidade Cazumbá, às margens do rio Caeté, Adenilson é descrito por familiares como trabalhador e dedicado. O silêncio prolongado tem aumentado a aflição da família, que cobra respostas e aguarda a conclusão das investigações.
Somente após o encerramento do inquérito será possível determinar com precisão o que aconteceu naquela noite. Enquanto isso, o caso permanece aberto e tratado como prioridade pelas autoridades locais.




