Donald Trump, de 79 anos, foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica. Em meio aos rumores de que o presidente dos Estados Unidos teria supostamente morrido, o assunto ganhou destaque na madrugada deste sábado (30/8). No dia 17 de julho, a Casa Branca confirmou a condição após a circulação de especulações motivadas por fotografias que mostravam hematomas na mão do presidente.
Nos últimos dias, o chefe de Estado voltou a ser visto com maquiagem na mão direita durante um evento oficial. O registro ocorreu no dia 22, no Salão Oval, quando ele anunciou os detalhes do sorteio da Copa do Mundo de 2026.
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Trump foi submetido a uma bateria de exames, que incluiu testes vasculares, devido a um inchaço nas pernas. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que o hematoma observado em sua mão consiste em “danos aos tecidos causados por apertos de mão frequentes” e pelo uso de aspirina — que, segundo ela, ele toma como “prevenção cardiovascular”.
O que é a insuficiência venosa crônica
A insuficiência venosa crônica que acomete o presidente Donald Trump ocorre quando as veias das pernas não conseguem bombear o sangue de volta ao coração, provocando o acúmulo nos membros inferiores, que podem ficar inchados. As veias e válvulas “impulsionam o sangue para cima e para fora da perna”, em direção ao coração, explica à BBC Meryl Logan, professora assistente de cirurgia vascular da Universidade do Texas, em Austin (EUA). Como o sangue precisa fluir contra a gravidade, esse processo pode ser dificultado. Ainda segundo nota da Casa Branca enviada à imprensa, a condição de Trump é “benigna e comum”.




