
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retirou as Forças Armadas do grupo de entidades fiscalizadoras das urnas. Essa foi uma proposta do atual presidente do TSE, o ministro Alexandre de Moraes que acabou aprovada pelos demais ministros. O militares também não vão mais integrara comissão de transparência das eleições.
Eles haviam sido incluídos nesse rol por uma determinação do então presidente do TSE, ministro Edson Fachin, mas o entendimento do Alexandre de Moraes agora é o de que a participação dos militares na fiscalização das eleições do ano passado se mostrou “incompatível” com as atribuições legais deles. Uma atuação que não foi nem compatível, nem razoável e nem eficiente, segundo Moraes.
A decisão do TSE já vale para as eleições municipais do ano que vem. As Forças Armadas vão continuar, então, auxiliando a Justiça Eleitoral no que já fazia antes, ou seja, na questão da logística, do transporte de urnas e na segurança dos eleitores e dos locais de votação.
Via Agencia Brasil




