ENTRETENIMENTO

Tufão Dolphin: ventos de mais de 150 km/h causam estragos na China

Por Guilherme Giagio

Tufão Dolphin: ventos de mais de 150 km/h causam estragos na China

Após passar pelo Japão, o fenômeno chegou à China e deixou um rastro de destruição, com fortes chuvas, enchentes, ventos intensos e centenas de voos cancelados

Ventos chegaram a 151km/h na China. (Reprodução/CCTV)

O tufão Dolphin causou enchentes e o cancelamento de quase mil voos durante sua passagem por diversas cidades da China, nesta segunda-feira (10/8). Entre os locais afetados está Xangai, a segunda maior cidade do país asiático. O fenômeno foi acompanhado por tempestades e ventos que chegaram a 151 km/h, provocando diversos estragos na região.

Muitas ruas ficaram alagadas, e vídeos nas redes sociais mostram parte dos estragos. Uma das publicações no TikTok registrou o momento em que o vendaval fez um caminhão capotar em Wenzhou, na província de Zhejiang. Segundo a emissora estatal chinesa CCTV, 943 voos foram cancelados apenas nos dois aeroportos de Xangai.

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Reprodução/Globoplay Ruas da região da segunda maior cidade da China ficaram alagadas.Reprodução/Globoplay Ventos chegaram a 151km/h na China.Reprodução/CCTV

Em Jinshan, empresas e organizações não essenciais puderam suspender temporariamente suas operações, assim como aulas, eventos ao ar livre e serviços de transporte, devido às previsões de ventos fortes e chuvas intensas ao longo do dia. O Dolphin deve avançar para o interior do país, em direção às províncias centrais de Hubei e Henan, nos próximos dias.

De acordo com autoridades da capital, Pequim, os alertas para chuvas torrenciais seguem ativos. A cidade pode acionar o plano de controle de inundações na manhã de terça-feira (11/8). São previstas “chuvas significativas” na região até quinta-feira (13/8), aumentando o risco de inundações repentinas e deslizamentos de terra nas áreas montanhosas.

De acordo com a CCTV, o tufão Dolphin percorreu 6 mil km antes de atingir a costa da China, apresentando um ciclo de vida três vezes mais longo do que o de um tufão comum. Antes, o fenômeno passou pelo Japão, deixando feridos e diversas regiões sem energia elétrica. Ao todo, 39 mil edifícios foram afetados em Kagoshima e 12 mil em Okinawa, enquanto companhias aéreas suspenderam voos.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Leo Dias por Guilherme Giagio.