Integrantes de setores do agronegócio e parlamentares ligados ao segmento foram pegos de surpresa com a escolha do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) para compor como vice a chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República. Nos bastidores, a avaliação é de que o nome não anima o setor.
Lideranças do agro afirmam que Gaspar tem pouca proximidade com as pautas do segmento e avaliam que sua principal interlocução tende a ocorrer na área de segurança pública, onde construiu sua trajetória como promotor de Justiça e ex-secretário de Segurança de Alagoas.
HUGO BARRETO / METRÓPOLES
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Alfredo Gaspar e Flávio Bolsonaro na filiação de Gaspar ao PL
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Alfredo Gaspar, pré-candidato ao Senado de Alagoas
Metrópoles
Antes da definição, o agronegócio via na senadora Tereza Cristina (PP-MS) um nome do setor para a vaga de vice.
Além de ter comandado o Ministério da Agricultura, ela mantém interlocução consolidada com entidades e lideranças do segmento.
Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, não animou integrantes da Faria Lima. A avaliação predominante é de que o parlamentar alagoano agrega pouco à candidatura de Flávio e representa uma oportunidade perdida de ampliar o alcance eleitoral da chapa.
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do Metrópoles
Gestores do mercado financeiro ouvidos pela coluna sob reserva esperavam que o primogênito de Jair Bolsonaro anunciasse como vice uma mulher e, de preferência, filiada a outro partido político.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Milena Teixeira.




