Arroz e óleo de soja sobem média de 60% em supermercados de Acre. Leite e carne bovina também têm alta

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O consumidor que for ao supermercado fazer a compra do mês irá se assustar com os preços dos alimentos da cesta básica. Ao contrário do que se possa pensar, a pandemia não é a responsável pela alta dos produtos e os mercados não têm realizado superfaturamento para lucrar em meio à crise. De acordo com Júnior distribuidor da cidade, os maiores motivos dos preços nas alturas são a cotação do dólar e a entressafra.

“Vale lembrar que somos apenas repassadores, prestadores de serviços. Não fazemos os preços”, reforçou ao Juruá Informativa. “O arroz subiu uma porcentagem assustadora. Em julho, vendíamos ele em torno de R$14,90. Agora estamos vendendo a R$24,90. Estamos trabalhando mais em conta, pois estamos trabalhando com a média de custo, em cima do estoque. Em um decorrer de 30 dias, o arroz subiu uma média de R$10. Cerca de 60%. A carne bovina subiu 7% nesse período, e o óleo subiu 66%”, informou.

“O arroz tem sofrido alta constante, até mesmo por conta da cotação do dólar na casa de R$5. Essas altas constantes do arroz são em razão das exportações. Nunca se exportou tanto quanto nesse ano”, comentou o representante Dionísio.

“Também foi registrada alta constante no preço do óleo de soja, pela cotação do dólar, além dos produtores também temos que colocar muitos grãos no mercado externo. O desvio da soja para o esmagamento para produção do biodiesel”, reforça Dionísio.

 

 

Juruá Informativa

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