Conheça os novos imortais da AAL, a instituição cultural máxima do Acre

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A Academia Acreana de Letras (AAL), promove dia 05 de novembro (Dia Nacional da Cultura Brasileira) às 18 horas, no Theatro da Universidade Federal do Acre (UFAC), a Cerimônia de posse dos novos imortais que foram eleitos neste ano de 2022. A instituição que completará dia 17 de novembro 85 anos é a mais antiga entidade cultural cuja prioridade sempre foi resguardar a cultura do povo acreano como também a principal defensora da manutenção de nossos traços regionais como a linguagem e a identidade do povo acreano.

Segundo a professora Dra. Luísa Galvão Lessa Karlberg “o sodalício acreano é composto pelas mentes mais brilhantes de nossa cultura tanto nas artes como nas letras. O Sodalício da AAL, dá as boas-vindas ao grupo de intelectuais que chegam para enriquecer, sempre mais, a consagrada instituição literária, criada para bem servir as Letras, expressando a multiplicidades de vozes e linguagens. Importante, para nós, é que desse diversificado colegiado tenhamos produções literárias que deem voz ao Estado do Acre, a exemplo de outras unidades da Federação. O culto ao idioma pátrio é dever de todos, porque escrever é doar ao mundo aquilo que existe dentro do nosso mundo”, finaliza a professora Dra. em Letras e em Lexicografia e a primeira mulher a presidir a entidade nestes 85 anos.

SOBRE A ACADEMIA ACREANA DE LETRAS (AAL)

Fundada em 17 de novembro de 1937, filiada à Federação das Academias de Letras do Brasil, entidade de Utilidade Pública pela Lei Estadual nº 117 de 19 de setembro de 1967, registrada no Conselho Nacional do Serviço Social sob o nº 30854/30.

A Academia Acreana de Letras – AAL nasceu no Palácio Rio Branco, em 17 de novembro de 1937, por Amanajós de Araújo e um grupo de intelectuais da época. Neste 2022 completa 85 anos no dia 17 de novembro. É a instituição cultural máxima do Estado do Acre. Conta, nos seus quadros, com as personalidades mais importantes no campo das Letras, das Artes e da Literatura. É uma instituição de literatos, historiadores, professores, linguistas, médicos, advogados, jornalistas, antropólogos, pedagogos, juristas, teólogos, artistas. Tem por objetivo principal cultivar, estimular o culto ao idioma pátrio, a produção, a divulgação literária, a pesquisa científica e social no Acre.

Composta por 40 cadeiras de membros efetivos, a AAL tem o mesmo modelo da Academia Brasileira de Letras (ABL) que consequentemente segue o trilho da Academia Francesa de Letras. A única diferença é que, a Academia Francesa de Letras aceita membros de outros países enquanto que a ABL e a AAL só aceitam escritores brasileiros. Durante estes 85 anos esta brilhante instituição teve 6 presidentes:

1 – Amanajós de Alcântara Vilhena de Araújo – 1937 -1938;

2 – Paulo de Menezes Bentes – 1938 -1967;

3 – Omar Sabino de Paula – 1967 – 1988;

4 – Mauro D’ Ávila Modesto – 1988 – 1996;

5 – Clodomir Monteiro da Silva – 1996 – 2015;

6 – Luísa Galvão Lessa Karlberg – 2015-2022.

VEJA A BIOGRAFIA DOS NOVOS IMORTAIS EM ORDEM ALFABÉTICA

Adelino Cezar F. Oliveira (CADEIRA 37) – Nasceu na cidade de Itambé,na região do vale do Rio Pardo, no estado da Bahia. Frequentou a Escola Cinderela e estudou no Colégio Gilberto Viana da Ordem Italiana dos Vocacionistas, mas na juventude militou no movimento secundarista e cultural de Vitória da Conquista, na região Sudeste da Bahia. Estudou teologia no Curso da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RIO), mantida pela Diocese de Rio Branco (DRB), mas teve de abandonar a sala de aula para trabalhar como repórter do jornal semanário Página-20. Chegou a trabalhar como colunista político do semanário Tribuna de Conquista (na Bahia), quando retornou ao Acre trabalhou como repórter e editor-chefe do jornal O rio Branco. Atualmente, trabalha como repórter do jornal A Tribuna e como professor da educação básica, depois de cursar filosofia na Universidade Federal do Acre (Ufac). O jornalista/escritor é autor da coletânea de poesia A aurora, do livro Às memórias de Santo Antonio da Cruz, de Terra: sonho, suor e sangue e do trabalho com o poeta português Manuel Fonseca, Amazônia: prescrição de um crime.

Geórgia Pereira Lima (Cadeira 36) – É acreana, nascida aos 20 de agosto de 1965, entre fronteiras de Brasil-Bolívia. Em razão do local de nascimento sua trajetória de vida é marcada e ligada a diversidade social das interamazônias que se refletiu desde a formação em História, graduação, mestrado, doutorado e pósdoutoramento em Ensino de História. O lugar social expõe um “olhar cioso” a se refletir nos estudos, publicações e compromissos sociais assumidos como mulher, pesquisadora, escritora e professora ao longo da docência desde a Educação Básica ao Ensino Superior. Sua trajetória acadêmica iniciada na graduação em História pela Universidade Federal do Acre (Ufac, 1996), durante este período atuou na manitoria de disciplinas importante na área do ensino e ligadas a História da Amazônia; com especialização em Metodologia do Ensino Superior (Ufac, 1997); mestra em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, 2002), Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (Usp, 2014) e Pósdoutora em Ensino de História pela Universidade Federal do Amapá (UnifAp, 2021) e, atualmente, encontra-se em no Estágio Pós-doutoramento em Ciências das Religiões, na Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). No percurso profissional vivenciou o cotitiano escolar desde final da década de 1980 em unidades de ensino e, para além da docencia, adquiriu uma significativa experiência administrativa-pedagógica em gestão escolar no/do quadro do magistério em escolas da rede municipal e estadual de educação pública acreana. A partir da década de 1990, passou a fazer parte do quadro de professores da Educação Superior primeiro como professora substituta e em 2006 concursada, professora efetiva da Universidade Federal do Acre (Ufac) local em que desenvolve e executa ensino-pesquisaextensão e, ainda, passou a integrar a corpo administrativo como coordenadora dos cursos de Bacharelado em História (2017 a 2021), Licenciatura em História (2021 a 2023) e integra como membro do Laboratório de Interdisciplinar de Formação do Educador (LIFE), Capes/Ufac desde o ano de 2014. Além da experiência em programa de formação docente, atuando como Coordenadora de Área de História – Pibid/História/Ufac (2014 a 2018), Coordenadora Institucional – Pibid/Ufac (2018/2020) e atualmente Coordenadora de Pibid/História/Ufac (2022 a 2024). O empenho pelos estudos e a pesquisa, mesmo diante aos desafios que a comunidade acadêmica tem enfrentado de todas as ordens, principalmente políticas e econômicas, a professora tem manifestado uma incansável luta para que o conhecimento seja democratizado realizando atividades que garantam aos professores das redes de ensino pública e licenciado/a e licenciando/a, coordenando os cursos de aperfeiçoamento do Ensino de História: “saberes e fazeres de matriz africana e indígenas nas interamazônias” (UnifAp/2021) e “Pan Amazônia: fronteiras e saberes de matriz africana, indígenas e populações tradicionais” (Ufac/2021) os resultados serão disponibilizado em dois e-books com publicação prevista Edufac/2022. Bem como, materializado suas investigações em participação de seminários, mesas redondas, mas principalmente na escrita ativa. Entre os títulos da sua lavra publicados em artigos, livros (orgorganizadora) e capítulos de livros encontramos: fronteiras fluidas, religiosidade e as perspectivas dos lugares (2017); catolicismo e hibridismo interamazônico: símbolos do sagrado no cortejo da “Virgem de Santa Rosa” e na procissão do “Bom Jesus do Abunã” (2018); Pibid/História: as dimensões do ensino-pesquisa na formação Docente (2017); Diálogos sobre História, Cultura e Linguagens. (2018); Pibid/Ufac: lócus de aprendizagens da docência (e-book, 2020); Formação de professores no Pibid/Ufac (ebook, 2020); Coletânea do III Seminário de “Fronteiras em Movimento”: Amazônia e os desafios na conjuntura da Pandemia e I Seminário Internacional de Fronteiras, religião e religiosidades Pan Amazônia” (e-book, 2020); BNCC/Acre: entre diálogos da implantação aos impactos na formação docente (2021). E, atualmente coordena o curso de iniciação do pensamento decolonial, sob o tema: Colonialidades e Pedagogias Decoloniais no Ensino de História – Laboratório de Interdisciplinar de Formação do Educador (LIFE, 2022). Atualmente é coordenadora do Curso de Licenciatura em História e do Programa de Iniciação a Docência (Pibib/História).

José Barbosa de Morais (CADEIRA 40) – Nascido em 29/12/1955, no seringal Bom Destino, município de Porto Acre, filho de Mauro Alves de Morais e Otávia Barbosa de Morais, casado com Eliene Maria Menezes de Morais, há 40 anos, pai de quatro filhos, graduado em Direito pela UFAC, com pós graduação em Gestão e Estratégia de Segurança Pública, Direito Processual Penal e Direito Processual Civil, Delegado de Polícia Civil aposentado, foi professor por vários anos, tanto no ensino fundamental, como médio e por último superior na UNINORTE e FAAO, escritor com duas obras publicadas (romance regional Viagem ao Seringal, e uma de contos denominada Prossiga Delegado) e outra obra em andamento, esta em poesias. Atualmente exerce também a advocacia. Iniciou seus estudos ainda no seringal, tendo sido orientado inicialmente por seu saudoso pai, que ara autodidata e foi um grande leitor e estudioso.

Kelen Gleysse Maia Andrade (CADEIRA 16) – É historiadora e mestre em letras: Linguagem e Identidade, pela Universidade Federal do Acre. Professora de formação, atuou como Arte-Educadora, professora-formadora e como docente na Educação Básica e no Ensino Superior. Enquanto arte-educadora e contadora de histórias, fez parte das equipes “Mala de Leitura” e “Ciranda da Leitura” do Centro de Multimeios do município de Rio Branco. Enquanto escritora participou de diversos prêmios literários e antologias, onde se destacam “Mulheres Acreanas” e “Emoções Repentinas”. Publicou quatro livros, dois infanto-juvenis: “Aegypti, a mosquita da floresta” que está em sua 2ª edição, “A menina que cansou de esperar”; e dois livros para um público mais amplo: “Nas fronteiras da ‘terra prometida’: trajetórias de trabalhadores rurais do Alto Acre”, oriundo de sua dissertação de mestrado e “Reminiscências”, obra organizada por Kelen Gleysse e Alessandro Gondim, com os textos classificados do I Concurso Literário da Câmara Temática de Literatura – Prêmio Literário “Florentina Esteves”, publicada em 2021. A escritora é também membro da Câmara Temática de Literatura do Conselho Municipal de Políticas Culturais do município de Rio Branco e, atualmente, exerce a função de Diretora Sistêmica da Editora IFAC.

Lucicleia Barreto Queiroz (CADEIRA 08) – Professora titular da Universidade Federal do Acre. Licenciada em Educação Física pela Universidade Federal do Amazonas (1976), especializada em Educação Física pela Escola Técnica Federal do Amazonas/USP, Mestre em Educação Física pela Universidade de São Paulo (1991) e Doutora em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal (2013), revalidado pela Faculdade de Educação da USP. Presidente da Federação Aquática do Acre, representante do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte no Acre, Delegada Regional da Federação Internacional de Educação Física no Acre, Delegada e Conselheira do Conselho Regional de Educação Física. Assessora da Reitoria da Universidade Federal do Acre, ocupou vários Cargos de Direção na Ufac. Atualmente é professora titular dos cursos de Educação Física Bacharelado e Licenciatura da UFAC e Diretora de Apoio à Formação Acadêmica da UFAC. Autora do livro Juventude Lazer e Políticas Públicas no Acre; Coautora do livro Fortalecimento e Desenvolvimento Acadêmico-Científico da Educação Física; tem mais de 50 artigos publicados em periódicos Nacionais e Internacionais. Pertenceu ao Conselho Estadual de Educação do Acre e ao Conselho Estadual de Cultura do Acre. Ocupa a cadeira 26 como titular da Academia Brasileira de Educação Física. É fundadora e Presidente da Academia Brasileira Rotária de Letras ABROL/Acre e Membro correspondente da Academia Paraense de Estudos Rotários. Presta serviços humanitários voluntários como Associada Representativa e Governadora do Rotary Internacional. Eleita para ocupar a cadeira número 08 da Academia Acreana de Letras.

Milton Menezes Junior (Cadeira 09) – Nasceu e residiu até os dezesseis anos de idade na zona rural do município de Xapuri-AC, concluiu o primeiro grau no Ginásio Anthero Soares Bezerra, iniciou o ensino médio no Colégio Divina Providencia, onde em 1987 ainda adolescente incentivado pela professora Euri Figueiredo, publicou seu primeiro livro de poesias intitulado Definições, livro este que foi impresso em um velho mimeografo emprestado pela escola que o autor estudava. O décimo primeiro filho de Milton Menezes e Maria Pinheiro Menezes (Maria França) chegou em Rio Branco aos 17 nos de idade. Em 1992, com a ajuda do então prefeito Jorge Kalume, publicou seu segundo livro de poesias intitulado Pranto Real. Lançamento realizado no restaurante Kaxinawá. No dia 6 de agosto de 2021 o autor publicou na cidade de Xapuri – AC a sua terceira obra, intitulada DUAS FAMILIAS E A REVOLUÇÃO ACREANA. Obra essa que relata com detalhes e em um estilo épico, a história do Estado do Acre. Milton Junior é formado em Administração com Habilitação em Análise de Sistemas no IESACRE, fez especialização em Web Marketing na UNINORTE. Trabalhou como professor de cursos técnicos na área de gestão do Instituto Federal do Acre (IFAC) e do Instituto Dom Moacyr. Atualmente o autor tem publicado diariamente poemas que resgatam o patrimônio histórico e cultural do Estado do Acre, em suas redes sociais. Milton Junior é um poeta nato que com o passar os anos aprendeu a escrever poemas e poesias com a leveza do dom que Deus lhe deu.

Manoel Coracy Saboia Dias (CADEIRA 14) – Natural de Oriximiná (PA). Possui o título gentílico de Cidadão Acreano, outorgado pela Assembleia Legislativa do Estado do Acre (16/12/2009) e de Cidadão Rio-branquense, outorgado pela Câmara Municipal de Rio Branco (AC) (13/12/2007). Licenciado Pleno e Bacharel em Filosofia pela Universidade Federal do Pará. Bacharel em Direito pela Faculdade da Amazônia Ocidental. Bacharel em Relações Internacionais e em Ciência Política pela Centro Universitário Internacional Uninter. Bacharel em Teologia pela Faculdade Messiânica. Especialista em Filosofia Política pela Faculdade de Teologia e Filosofia Sinal. Especialista em Psicopedagogia pela Faculdade de Educação Acriano Euclides da Cunha. Especialista em Maçonologia: História e Filosofia (UNINTER). Especialista em Ciência Política pelo Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR). MBA em Gestão Pública, com ênfase em Controle Externo, pela Faculdade Internacional de Curitiba. MBA em Ciência Política: Relação Institucional e Governamental (UNINTER). Master in Legal Sciences pela Universidad Martin Lutero, UML, Estados Unidos. Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Doctor en Filosofía/PhD credenciado e certificado pelo Colegio Oficial Internacional de Doctores. Professor da Carreira do Magistério Superior da Universidade Federal do Acre, lotado no Centro de Filosofia e Ciências Humanas, em Rio Branco (AC), admitido por concurso público, em 03 de julho de 1989, atualmente, na Classe de Associado, Nível I. Membro Ativo da Academia Nacional de História e Geografia patrocinada pela Universidad Nacional Autônoma de México. Membro da Associação Ibero-Americana de Estudos Ricœurianos – ASIER. Membro Rede Brasil-Ricœur. Membro da Sociedad Hispánica de Antropología Filosófica – SHAF, Sevilla (España). É autor das seguintes obras, entre outras: “A semiótica ou doutrina dos signos segundo John Locke.” Primeiro lugar, na categoria ensaio, no 2º Prêmio Garibaldi Brasil de Literatura Acreana Edição 2009/2010. In: FUNDAÇÃO Garibaldi Brasil (Org.). Nova Literatura Acreana. Rio Branco (AC): FGB, 2012, p. 152-159; “John Locke, leitor do ‘judicioso’ de Hooker.” São Paulo (SP): Blucher, 2021, v.1. p.118. ISBN 978-65-5550-102-5 (impresso). ISBN 978-65-5550-103-2 (eletrônico) Open Access; “Um olhar filosófico sobre o comportamento humano.” In: VILCHER, Briane; MORAES, Rosi (Org.). Metodologia do comportamento humano: estudo e aplicações. 1 ed. Rio de Janeiro: Coachl, 2021, v.1, p. 75-81; “Leituras ricœurianas sobre ideologia e utopia.” In: Entre a popularização e a banalização: qual o papel da filosofia? 1 ed. Curitiba (PR): Dialética e Realidade, 2020, v.1, p. 155-162. Vide: Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9920141504285314; Orcid iD: https://orcid.org/0000-0001-5588-5676.

Pedro Ranzi (Cadeira 21) – Pedro Ranzi, é jurista nascido no Rio Grande do Sul, vive no Acre desde fevereiro de 1969, professor do Ensino Médio e da Universidade Federal do Acre (UFAC) no curso de Direito. Foi Prefeito de Cruzeiro do Sul, ingressou na magistratura em 1988. Presidiu o TJAC, e o TRE AC, assumiu o governo do Acre por 3 vezes. Na atualidade é aposentado como Desembargador. É autor do livro “Vamos Falar o Acreanês, pela editora Edufac. É um dos fundadores do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Plácido de Castro em 1974, criador do Programa de Gaúcho da Rádio Gazeta FM que visa divulgar a cultura gaúcha no Estado.

Rubicleis Gomes da Silva (CADEIRA 05) – Nascido em 28 de agosto de 1974, em Rio Branco – Acre, filho de Araci Gomes da Silva, casado com Lívia Cristina Cunha Silva, é pai, filho e esposo. Atualmente, é o professor titular mais jovem da Universidade Federal do Acre, onde leciona disciplinas na área de métodos quantitativos aplicados à economia, avaliação de políticas públicas e teoria econômica. É formado em Economia pela Universidade Federal do Acre (2001), mestre em Economia – UFV (2003); doutor em Economia – UFV (2005), Pós-Doutor em Economia – UFJF (2009) e Pós-Doutor em Economia – FGV/SP (2017/2018). Foi chefe do departamento de Economia, diretor por dois mandatos do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas, coordenador da pós-graduação em Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional. Atualmente, é coordenador do curso de Economia da UFAC. Entre vários prêmios regionais e nacional recebidos, destacam-se: O Prêmio EDWARD SCHUH de melhor dissertação de mestrado em Economia do Brasil, concedido pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração de Sociologia Rural – SOBER e o prêmio Samuel Benchimol – modalidade Ambiental, concedido pelo Banco da Amazônia, CNI e BEMOL. Consultor de diversas agências de fomento/pesquisa nacional: Finep, Capes e CNPq e revisor das principais revistas de economia do Brasil. Na pesquisa, possui mais de 100 artigos publicados em revistas e congressos, 38 capítulos de livros, 9 livros entre autoria/coautoria e organização. Orientou mais de 120 trabalhos de graduação e pós-graduação. Tutor do Programa de Educação Tutorial – PET do curso de Economia. Coordenador do Programa de Extensão: Atualização Acadêmica e Profissional em Economia, coordenador de aproximadamente, 20 projetos de extensão vinculados à área de economia. É articulista econômico de várias mídias no Estado do Acre. Eleito para ocupar a cadeira número 05 da Academia Acreana de Letras. E hoje, torna-se um IMORTAL.

Ueliton Santana dos Santos (CADEIRA 28) – É Doutor em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra (2017) – Portugal, Mestre em Ciências pela UFRRJ (2014), especialista em metodologia do ensino da arte (2010), licenciado em artes visuais- FAO (2009), estudou pintura na escola de belas artes de Cuscu Peru (2004). Nasceu em 25 de outubro de 1981, em Sena Madureira-Ac, Brasil. Sempre se interessou pelas artes visuais e realizou sua primeira exposição no ano 2000, e desde então não para de produzir e expor em algumas capitais brasileiras, em 2006 participa da realização de uma obra do artista colombiano Alberto Baraya para a27º Bienal Internacional de São Paulo, expõe no Salão negro do Congresso nacional/Brasília, além de diversas outras exposições. O artista possui uma coleção de obras nos acervos da Assembleia Legislativa do Estado do Acre, no Tribunal de Contas do Estado do Acre, possui obras em Coleções na Europa. Desenvolveu diversas atividades de projetos artísticos e oficinas de arte em diversos locais, ainda em 2009 recebe dois prêmios; pintura e aquarela no concurso as cores da cidade, e realiza projetos de oficinas pela lei de incentivo a cultura. Em 2011 é selecionado para participar da exposição Rumos Itaú cultural e expõe nas principais cidades do Brasil como Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia, Recife com curadoria geral de Agnaldo Farias, em 2012 expõe em Florianópolis no Fórum Mundial de Ciência e Tecnologia, participa em 2013 ainda da exposição espelho refletido no Rio de Janeiro a convite do curador Marcus Lontra, participa em 2013 da exposição Amazônia a Arte no Rio de Janeiro, São Paulo,Brasília e Belém, com curadoria de Paulo Herkenhoff, em 2012 é convidado a compor a galeria construtores do Brasil, na câmara dos deputados em Brasília, com a obra Retrato de Plácido de Castro. Em 2013 é selecionado para realizar exposições pelo SESC Amazônia das artes e circula nas cidades de Belém, Roraima, Manaus, Amapá, Tocantins, Castanhal e Teresina. Ainda em 2013 participa do projeto Rotações de Culturas como palestrante nas cidades de Belém e Curitiba.

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