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SAÚDE

Sena Madureira registrou 55 casos de Aids, diz Secretaria de Saúde

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Dados da Secretaria Municipal de Saúde, em Sena Madureira, mostra que o município confirmou no último ano um total de 55 casos de Aids, o que coloca o município em segundo lugar nos casos da doença no Acre, ficando atrás somente de Rio Branco, a Capital. Dezembro é o mês simbólico de combate à doença.

Segundo a enfermeira Tairine Sampaio, a situação de Sena Madureira é preocupante, mas todos os esforços estão sendo feitos no sentido de orientar a população. “Estamos fazendo sempre esse alerta, não somente no mês de dezembro. Nessa campanha, iremos focar, dentre outras coisas, a questão da prevenção”, comentou.
No ano passado, uma pessoa morreu em Sena Madureira em decorrência da Aids, mesma doença que, em 1990, ceifou a vida de um dos maiores ícones da música Brasileira, o cantor Cazuza, à época com apenas 32 anos de idade.
“Uma das principais formas de transmissão da Aids é via relação sexual, por isso, recomendamos que as pessoas usem preservativos. Além disso, é importante também não compartilhar com outras pessoas materiais perfurocortantes, uma prática bastante comum em nosso município”, frisou a enfermeira.

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SAÚDE

Em alusão ao Janeiro Branco, Iapen promove roda de conversa sobre saúde mental e equilíbrio emocional

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Em alusão a campanha do Janeiro Branco, o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) promoveu nesta quinta-feira, 26, no auditório da instituição, uma roda de conversa sobre saúde mental e equilíbrio emocional, por meio do Departamento de Reintegração Social, Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP), e escritório social. Com a temática “A vida pede equilíbrio”, a conversa teve como público alvo cumpridores de medidas alternativas e egressos do sistema prisional.

Com um diálogo de acolhimento e ações reflexivas, a psicóloga de formação e ouvidora do Iapen, Macleine Melo destacou: “É necessário que cada um de nós adote autocuidados, a ideia é olhar para dentro, olhar para si de forma cuidadosa e generosa, esse movimento também contribui para otimizar as relações com os outros, seja em casa ou no trabalho”.

Berenice Montezuma, assistente Social e chefe da Divisão de Alternativas Penais e Atenção aos Egressos, disse: “Sempre é possível incluir uma nova história, e essa campanha em janeiro simboliza um recomeço, novos planos e perspectivas”.

Alguns servidores do Iapen também participaram do encontro, que marca o mês de conscientização da importância da saúde mental, que busca construir uma cultura de atenção para si. As campanhas mudam estereótipos, além de levantar questões sobre orientação, ajuda e o auto respeito.

Gestoras do Iapen. Foto: Cedida

“A roda de conversa com esse público já faz parte de várias ações que são desenvolvidas anualmente pelos profissionais técnicos da Ciap e Escritório Social que buscam levar conhecimento e informação a esta parcela da população que muitas vezes necessita de aprendizado e orientação para se desenvolver em sociedade e assim não cometer novos delitos”, afirma a assistente Social e Chefe do Departamento de Reintegração Social do Iapen, Liliane Moura.

“O Iapen acredita na transformação social por meio do acolhimento humanizado e continua atuando em diversas ações e serviços, nesse sentido, tendo em vista que isso é capaz de promover o cuidado com as emoções”, frisou o presidente do Iapen, Glauber Feitoza.

Por Agencia de Noticias do Acre

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SAÚDE

Com chegada do carnaval, Hemoacre convoca doadores para aumentar estoque: ‘Sangue é vida’

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Sangue é vida. É com esse lema que a agente de captação do Hemoacre Paula Queiroz destaca a importância das doações. Cada bolsa de sangue colhida nas doações permite atender de 3 a 4 pacientes, o que pode significar a sobrevivência de alguém.

“A gente depende da solidariedade das pessoas para que compareçam ao Hemocentro e façam a sua doação”, frisa.

Porém, entre os meses de dezembro e fevereiro as doações tendem a cair. Para a agente, o período chuvoso torna ainda mais difícil o comparecimento de doadores aos pontos de coleta. Com a realização da campanha natalina, o estoque foi estabilizado, mas pela dinâmica das emergências a situação pode voltar a ficar preocupante.

“É um período marcado por férias, feriados prolongados, e também a questão das chuvas. Isso acaba acarretando o distanciamento dos doadores. Nós, enquanto captação, estamos sempre em busca de doações, seja através das coletas externas, seja através das ligações, para manter o estoque e atender as emergências”, ressalta.

Com a chegada do mês de fevereiro e a realização do carnaval, o Hemoacre busca se preparar para possíveis aumentos na demanda, e conta com as doações para manter o estoque nesse período.

“A gente não espera apenas que o doador venha até o centro, temos também estratégias. Temos um cronograma para parceria com empresas que vão nos ajudar com campanhas, e pretendemos ir ao município de Capixaba”, diz.

Quem pode doar
Para fazer a doação, o voluntário precisa estar saudável, bem alimentado, pesar acima de 50 kg, ter dormido bem na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica, ter entre 16 e 69 anos de idade e apresentar um documento oficial com foto. O intervalo mínimo entre uma doação e outra é de dois meses para homens e três meses para mulheres.

Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres em período de pós-parto não podem doar.

Os interessados podem comparecer à sede do Hemoacre na Avenida Getúlio Vargas, das 7 às 18h, de segunda a sábado.

Paula Queiroz ressalta ainda que o importante, além de doação, é que os voluntários mantenham o hábito de ir aos pontos de coleta para auxiliar na manutenção do estoque durante todo o ano.

“O doador voluntário, é o que comparece sempre ao Hemoacre, de 3 a 4 vezes por ano. Nós temos uma análise rigorosa dessas bolsas, muitas vezes leva de 3 a 5 dias a liberação para uso, é enviada uma amostra para Brasília para uma contraprova. Daí a importância do doador”, finaliza.

Por G1/Ac

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SAÚDE

Hospital infantil de RR registra 29 internações de Yanomami em uma semana; número chega a 47

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A prefeitura de Boa Vista informou ao g1 que na última semana foram feitas 29 novas internações no Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA). Ao todo, segundo a unidade, há 47 crianças Yanomami internadas no local.

As principais causas de internações das crianças que estão no HCSA são: doença diarréica aguda, inflamação gastrointestinal aguda, desnutrição, desnutrição grave, pneumonia, picadas de cobra e malária. O número de novas internações corresponde ao período em que o Ministério da Saúde esteve Terra Indígena Yanomami e resgatou indígenas com quadros de desnutrição severa e malária.

O Santo Antônio, administrado pela prefeitura da capital, é a única unidade de saúde em Roraima que atende crianças até 13 anos. O hospital também costuma receber pacientes da Guiana e Venezuela, países que fazem fronteira com o Brasil.

Ontem, a Urihi Associação Yanomami, coordenada pelo presidente do Conselho do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuana (Condisi-YY), Júnior Hekurari, divulgou que 26 crianças e dois adultos foram resgatados durante a missão do Ministério da Saúde, realizada neste domingo (22).

O secretário de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba acompanhou a ação e ao g1 definiu o cenário como “uma operação de guerra”. Tapeba esteve na região de Surucucu, uma comunidade dominada pelo garimpo – a atividade ilegal é a principal causa da crise sanitária no território.

Por G1/Ac

 

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