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SENA MADUREIRA

Bebê morto em Sena Madureira vira símbolo contra assassinato de índios no Brasil

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08 Jan de 2019 do YacoNews

 Ativistas internacionais e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) tem a morte do bebê Cirleudo Cabral Monteza Manchineri, de um ano de idade, símbolo do enfrentamento aos assassinatos de indígenas no Brasil. Cirleudo dormia no colo da mãe durante viagem de barco pelo Rio Purus em maio de 2017. “A família da etnia Manchineri havia partido da aldeia São Paolino, localizada na Boca do Acre, Amazonas, descendo o rio Purus e entrado em um dos seus braços, o Iaco. Por volta das 22h eles se aproximavam do pequeno porto de Feira dos Colonos, na cidade acreana de Sena Madureira. O pai do bebê apontava uma lanterna para o barranco quando recebeu ordens para apagar a luz. Sem ter como atracar na escuridão, ele ignorou o comando. O barco foi recebido à bala. Uma delas acertou a cabeça de Cirleudo, que foi socorrido, mas chegou morto ao hospital”, relata o El País.

 Cirleudo foi enterrado em um pequeno caixão branco com seus poucos pertences. Para as autoridades  uma facção criminosa que controla o porto confundiu a família com um grupo rival e abriu fogo. Para o Cimi, o crime tem relação com “o ódio local disseminado pelos invasores da terra indígena”: o cacique da aldeia São Paolino foi alvo de três tentativas de homicídio.

 O bebê Manchineri foi o mais jovem dos 110 indígenas vítimas de homicídio em 2017, segundo o relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, organizado pelo Cimi. Em comparação com 2016, quando foram 118 vítimas fatais, houve uma redução de 6,7%. Roraima e Amazonas lideram com 33 e 28 casos, respectivamente.

Por El Pais

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SENA MADUREIRA

MPAC abre processo licitatório em Sena Madureira

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MP de Sena Madureira deve abrir processo licitatório na segunda quinzena de fevereiro. O intuito da licitação se da para a contratação de uma caminhonete para estar a serviço da instituição.

Os interessados na licitação poderão se encaminhar até a promotoria para obter mais informações e esclarecimentos que devem atender todas as exigências do instrumento convocatório, consequentemente, também da legislação vigente.

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SENA MADUREIRA

Filha de Mazinho Serafim é nomeada no Governo com salário de mais de 11 mil reais

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O Governo do Acre, por meio da governadora em exercício, Mailza Assis, nomeou no dia 27 deste mês a filha do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (UB), para a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). Thamirys Ribeiro Andrade exercerá cargo em comissão do Grupo de Chefia, Assistência e Assessoramento, referência CAS-8, com salário de 11.069,10 reais.

O Governo presenteia Mazinho mesmo ele tendo “virado a casaca” na reta final da campanha para governador do ano passado.

Para refrescar a memória dos leitores: Na reta final da campanha para governador, um áudio circulou nas redes sociais em que o sub-secretário de obras pede expressamente votos para Sérgio Petecão, ferrenho adversário de Gladson. Em sua fala, o mesmo atesta categoricamente que estava seguindo uma determinação do prefeito Mazinho Serafim.

Bomba! Sub-secretário de obras diz em áudio que prefeito Mazinho está orientando apoiadores a votar em Petecão

Antes disso, Mazinho esculhambava o governador nos quatro cantos do Acre chamando-o de mentiroso, dentre outros adjetivos.

Pelo visto, sua postura não foi refutada pelo governo.

Resta saber se a filha de Mazinho cumprirá seu horário de expediente como manda a lei ou será funcionária fantasma. Cabe aos órgãos fiscalizadores averiguarem de perto essa situação.

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SENA MADUREIRA

Enfrentando sol e chuva, Pampeiros de Sena cobram construção de parada por parte da Prefeitura de Sena

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Por Redação

Dezenas de profissionais que trabalham fazendo fretes em Sena Madureira vem enfrentando inúmeras dificuldades nesse período invernoso. É que eles não tem um local apropriado para se abrigar.

 

Os chamados Pampeiros tem um ponto nas proximidades da antiga Feira livre dos colonos. Eles estão cobrando do prefeito Mazinho Serafim (UB), uma providência nesse sentido. “Pra falar a verdade, aqui a gente enfrenta o sol e a chuva porque não temos um local adequado. É uma vergonha para um prefeito que gasta tanto com diária não ter coragem de construir um local digno para nós”, comentou um deles.

 

Na maioria das vezes, os profissionais tem se abrigar em comércios para evitar maiores complicações.

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