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Flávio Bolsonaro diz que não sabia que seu funcionário era fantasma e morava em Portugal

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21 Jan de 2019 do YacoNews


O tenente-coronel da Polícia Militar do Rio, Wellington Servulo Romano da Silva, um dos funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro que fez depósitos na conta do motorista Fabrício Queiroz, passou 248 dias fora do Brasil durante o período de um ano e quatro meses em que estava formalmente lotado no gabinete. Neste tempo, em que estava morando em Portugal, ele recebeu todos os salários e gratificações. De acordo com a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Servulo Romano da Silva nunca tirou licença no período em que trabalhou na Casa.

O deputado disse que não sabia que seu funcionário, que depositava dinheiro na conta de Fabrício Queiroz, morava em Portugal.  

Fabrício de Queiroz, ex-motorista de Flávio que, segundo relatório do Coaf, teve movimentação atípica de R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, recebia depósitos de nove funcionários do gabinete e, em seguida, sacava o dinheiro em espécie. Entre as operações de Queiroz estão depósitos na conta de Michelle Bolsonaro no valor total de R$ 24 mil. Saiba mais:  (https://horadopovo.org.br/queiroz-recolhia-de-9-e-depositava-para-a-esposa-de-bolsonaro/ ). Todos esses movimentos financeiros eram sincronizados e coincidiam com as datas de pagamento dos salários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Entre os depositantes na conta de Fabrício Queiroz está Wellington Servulo. Leia mais: ( https://horadopovo.org.br/movimentacoes-de-queiroz-eram-precedidas-de-depositos-de-funcionarios/ ). 

A senhora Nanci Silva, mãe de Wellington Servulo, admitiu à imprensa que seu filho era, na verdade, um funcionário fantasma da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Ele esteve lotado, primeiro na vice-liderança do PP, partido do deputado Flávio Bolsonaro à época, e depois no gabinete do próprio deputado, mas morava em Portugal. Ela disse que o filho havia se mudado para Portugal “há aproximadamente dois anos, depois que a nora foi vítima de um sequestro”. O apartamento onde Wellington morava no Rio de Janeiro, também está vazio há cerca de dois anos.

Outra testemunha que também comprova que o funcionário do gabinete de Flávio Bolsonaro estava morando no exterior mas continuava recebendo pelo gabinete, é o porteiro do prédio onde ele morava. “Ele está em Portugal, tem uns dois anos ou mais, 2015 por aí. A família está toda lá, resolveram se mudar para lá”, disse o porteiro do edifício. Wellington foi nomeado em maio de 2015 para trabalhar como assessor de Flávio Bolsonaro.  

Enquanto estava fora do Brasil, Wellington foi dispensado do trabalho na vice-liderança do PP. Nos registros da Alerj ele não aparece na lista de pagamentos nos meses de abril e maio de 2016. Mas, ele não foi demitido. Ele foi apenas remanejado. Em 18 de maio, Wellington foi nomeado para trabalhar diretamente no gabinete do deputado Flávio Bolsonaro. Dois dias depois, embarcou no voo TAP 0070, das 22h45, com destino a Lisboa, para mais 15 dias no exterior. Em 15 de julho, Wellington viajou de novo: 45 dias longe do Brasil e do trabalho. Os salários continuaram a ser pagos.  

As irregularidades foram encontradas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O órgão detectou movimentação financeira suspeita nas contas de 75 servidores e ex-servidores de deputados estaduais do Rio de Janeiro. Entre eles, Fabrício Queiroz, um ex-assessor do deputado e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Queiroz recebia depósitos de nove funcionários do gabinete e em seguida fazia saques em espécie. A movimentação financeira atípica em suas contas bancárias somaram R$ 1,2 milhão, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Agora, surge o nome de Wellington Servulo, que também fez depósitos na conta de Queiroz, e que recebia mesmo morando foram do país.

Explicações dos envolvidos, Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro

“Abordam a movimentação na conta de meu ex-assessor, como se ele tivesse recebido R$ 1,2 milhões, quando na verdade foram R$ 600 mil que entraram mais R$ 600 mil que saíram de sua conta”, disse Flávio Bolsonaro. Vendo que o argumento não colou, ele acrescentou: “ainda assim um valor alto e que deve ser esclarecido por ele, que tomou a decisão de não falar com a imprensa e somente falar ao Ministério Público. Isso é ruim pra mim, mas não tenho como obrigá-lo”.

Jair Bolsonaro (PSL) falou nesta quarta-feira, 12, sobre o caso de Fabrício José Carlos de Queiroz que teve 1,2 milhão de reais em transações financeiras apontadas como suspeitas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Ele disse que o problema dói. 

O “problema” “dói no coração”, mas que cabe a Queiroz dar explicações à Justiça, a partir da próxima semana. “Se algo estiver errado, que seja comigo, com meu filho ou com Queiroz, que paguemos a conta deste erro, que não podemos comungar com erro de ninguém”, declarou o presidente eleito. “Dói no coração da gente? Dói, porque o que nós temos de mais firme é o combate à corrupção”, acrescentou. Com  essa conversa toda, o leitor deve estar pensando: “firme no combate à corrupção, pero no mucho”.  

“O que a gente mais quer é que seja esclarecido o mais rápido possível, sejam apuradas as responsabilidades, se é minha, do meu filho se é do Queiroz, ou de ninguém, porque, afinal de contas, o Queiroz não estava sendo investigado, foi um vazamento que houve ali. Não sou contra vazamento, não, tem que vazar tudo mesmo, nem devia ter nada reservado, botar tudo pra fora e chegar à conclusão”, disse ele, nitidamente incomodado com o “vazamento” das falcatruas envolvendo o gabinete do filho as contas de sua mulher. 

horadopovo.org.br

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WhatsApp se aproxima do Telegram com ‘supergrupos’ de até 5 mil pessoas; compare os apps

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O WhatsApp começou a permitir no Brasil o envio de mensagens para até 5 mil pessoas de uma vez. O recurso chamado de Comunidades cria algo como “supergrupos” e aumenta a escala do alcance de conversas no aplicativo.

A mudança faz o aplicativo ficar um pouco mais parecido com seu maior concorrente, o Telegram, que tem um limite ainda maior para grupos: 200 mil pessoas – confira abaixo um comparativo entre os aplicativos.

Com a novidade, grupos do WhatsApp com interesses em comum podem ficar dentro de um mesmo guarda-chuva. É possível criar uma comunidade com vários grupos de uma escola, uma congregação religiosa, um condomínio ou uma empresa, por exemplo.

O recurso demorou mais para chegar ao Brasil por conta de um acordo do WhatsApp com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para não implementar nenhuma mudança significativa antes das eleições. O adiamento foi feito para evitar aumentar o alcance da desinformação.

Onde WhatsApp e Telegram se aproximam:

  • grupos com milhares de pessoas: no WhatsApp, grupos podem ter até 256 participantes, mas o Comunidades permite unir até 50 grupos, abrigando até 5 mil pessoas no mesmo espaço. No Telegram, é possível criar grupos com até 200 mil pessoas e canais, em que administradores são os únicos que enviam mensagens e o número de participantes é ilimitado;
  • enviar mensagens com o celular offline: é possível rodar as versões web e desktop do Telegram e do WhatsApp mesmo que o smartphone esteja sem conexão com a internet;
  • esconder que você está online: o recurso chegou ao WhatsApp em agosto de 2022 e já existia no Telegram há mais tempo.

O que o WhatsApp tem e o Telegram não:

  • status/stories;
  • criptografia de ponta a ponta por padrão: o WhatsApp não pode ler mensagens nem ouvir chamadas porque a chave da criptografia está no aparelho dos usuários. No Telegram, as conversas não são criptografadas por padrão, sendo necessário ativar a proteção em cada conversas por meio dos “chats secretos”;
  • exigência de mostrar número de telefone: para enviar e receber mensagens, é preciso exibir o número do celular. No Telegram, o dado é usado para criar a conta, mas, depois, pode ficar oculto;
  • recursos adicionais para contas comerciais (incluindo pagamentos);
  • código-fonte fechado: o código do app do Telegram é aberto, mas o do servidor do serviço é fechado.

O que o Telegram tem e o WhatsApp não:

  • chamadas de voz para até 200 mil pessoas (mesmo limite dos grupos). No WhatsApp, as chamadas podem ter até 32 pessoas;
  • usar até três contas no mesmo celular: o WhatsApp só permite manter uma conta por vez no mesmo aparelho. Há aplicativos de terceiros que permitem usar uma segunda conta, algo que também está disponível em celulares de fabricantes como Xiaomi e Samsung;
  • agendamento de envio de mensagens;
  • busca de pessoas que estão em locais próximos;
  • chats personalizados com enquetes, quiz e jogos, por meio da instalação de “bots”. Esses robôs podem fazer funções diferentes, como transcrever mensagens de áudio ou deixar uma música de fundo em uma chamada de voz, por exemplo.
Por G1

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Menino de 12 anos e égua são atingidos por raio enquanto cavalgavam

Animal morreu e menino chegou a desmaiar, segundo o pai. Professores levantaram hipóteses do que pode ter salvado o menino, e a principal teoria é a “Tensão de Passo”.

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Depois de ser atingido por um raio, o estudante Edison Júlio, de 12 anos, sobreviveu e a égua em que ele cavalgava morreu em Montes Claros de Goiás, no oeste do estado. Ao g1, dois físicos levantaram hipóteses do que pode ter salvado o menino, e a principal teoria é a “Tensão de Passo”, que, neste caso, pode indicar que o animal recebeu um choque maior, pelo fato de ter quatro patas, ou seja, quatro pontos diferentes que atraíram a corrente elétrica.

“O menino está sobre o animal e a passagem de corrente da descarga atmosférica sobre ele é muito rápida. O animal sofre mais porque ele vai descarregar [a corrente] em quatro pontos diferentes, nas quatro patas. E isso vai provar a “Tensão de Passo”. Cada ponto desses [as patas] vai ter um potencial elétrico diferente, de acordo com a resistividade do solo”, explicou o professor de física Ítalo Vector.

O acidente aconteceu no dia 20 deste mês e, segundo Flávio Júlio, pai do menino, o filho chegou a desmaiar e teve queimaduras no corpo. O doutor em física e professor da Universidade Federal de Goiás Giovanni Piacente reforçou que a “Tensão de Passo” é uma das hipóteses para o acidente e disse que Edison pode ter sido atingido indiretamente pelo raio.

“Dá para dizer que ele não foi atingido diretamente pelo raio, o raio caiu no chão e o energizou. A corrente passou mais pela égua e o menino foi atingido indiretamente. Para precisar a teoria, tínhamos que ter detalhes do local onde eles estavam e se estavam perto de um ponto mais alto, por exemplo,”, afirmou Giovanni.

 

Por Macanjuba Acontece

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Em Tarauacá ciclista são alvos de Blitz da polícia militar

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Tarauacá é uma das cidades do Acre com maior quantidade de bicicletas nas ruas. Nesta quinta- feira, 26, em uma blitz da Polícia Militar, nem elas escapam da fiscalização. Os veículos foram parados pelos policiais, bem como as motocicletas e carros.

O comandante da Polícia Militar de Tarauacá, tenente Coronel Jamisson Neri, diz que no município há muito mais bicicletas do que carros e motos, por isso a fiscalização é necessária.

“Tarauacá tem uma singularidade no trânsito que não há em outro município acreano: o número elevado de bicicletas que transitam pelas ruas. Devido a isso, o trânsito se torna perigoso e buscando reorganizar o trânsito, estamos realizando blitz nas ruas que inicialmente tem caráter educativo e pedagógico.

Em relação aos veículos motorizados verificamos a documentação. Quanto as bicicletas, foi feita orientação quanto aos deslocamento pelas via pública, quanto a respeitar semáforo, porque os ciclistas aqui não respeitam”, citou o comandante. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, a bicicleta é um veículo (de propulsão humana) e o ciclista, por este motivo, quando está pedalando, deve respeitar todas as regras de trânsito, como semáforos, sinalização e circulação na mão correta de direção.

Por ac24horas

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