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Mais de 6 mil pessoas participam da primeira noite de ‘Boi Manaus 2022’, diz prefeitura

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Mais de 6 mil pessoas participaram da primeira noite do “Boi Manaus 2022”, no Centro de Convenções de Manaus, o sambódromo, nesta sexta-feira (21). O evento acontece em comemoração ao aniversário de 353 anos da capital amazonense e segue até o domingo (23).

Na primeira noite do evento, se apresentaram nos “Bois Elétricos” os intérpretes de toada, Nenê do Boi; Kuarup; Alcirio Neto; Felipe Júnior; Jardel Bentes; Wilson Nobre; Carlos Batata; Helen Veras; Canto da Mata; Jr. Paulain; Israel Paulain; Tony Medeiros; Edilson Santana; A Toada e o Boi Brilhante, que levantaram o público presente no sambódromo ao som do ritmo amazônico do “dois pra lá, dois pra cá”.

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Inquérito concluído: veja em detalhes a cronologia da maior chacina do DF

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A investigação de um dos crimes mais bárbaros da história do Distrito Federal, a chacina de 10 pessoas de uma mesma família, teve desfecho nesta sexta-feira (27/1). O delegado Ricardo Viana, chefe da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), detalhou a cronologia dos assassinatos, bem como os papéis de cada criminoso na execução das vítimas.

A chácara em que parte delas morava, no Itapoã, avaliada em R$ 2 milhões, seria a motivação dos criminosos para matar a família. No terreno, viviam também Gideon Batista de Menezes, 55 anos, e Horácio Carlos, 49 — suspeitos de participar da chacina.

Gideon e Horácio Carlos contaram aos investigadores que eram funcionários do mecânico Marcos Antônio Lopes de Oliveira, 54, e que queriam vender a chácara em seguida. O plano seria assassinar toda a família para tomar posse do imóvel.

Os criminosos começaram a planejar a chacina em outubro. No dia 23 daquele mês, alugaram o cativeiro onde manteriam as vítimas.

Em dezembro, a ex-mulher de Marcos Antônio, Cláudia Regina Marques de Oliveira, 55, vendeu uma casa por R$ 200 mil. Assim, o plano dos criminosos passou a envolver, também, o restante da família de Marcos.

Infográfico com fotos de vítimas da chacina no DF e suas relações familiares bem como com os assasinos - Metrópoles

Confira a cronologia dos fatos:

28 de dezembro
O plano começou na chácara, quando Marcos Antônio, a esposa dele, Renata Juliene Belchior, 52, e a filha do casal, Gabriela Belchior de Oliveira, 25, foram rendidos. O primeiro a ser morto foi Marcos Antônio, em 28 de dezembro, ainda na chácara.

Na data, o plano dos criminosos — Gideon; Fabrício Silva Canhedo, 34; Carlomam dos Santos Nogueira, 26; e um adolescente de 17 anos — era render Marcos Antônio, Renata Juliene e Gabriela na chácara.

Gideon permitiu a entrada de Carlomam e do adolescente, para simular um roubo à chácara. Horácio Carlos estava no local e fingiu ser vítima. No entanto, Marcos Antônio teria reagido ao suposto assalto e foi baleado na nunca por Carlomam.

Depois disso, o grupo criminoso enrolou Marcos Antônio em um tapete. A vítima estava ofegante e foi levada, com Renata Juliene e Gabriela, para a casa usada como cativeiro, em Planaltina (DF).

Na mesma noite, Marcos Antônio foi esquartejado, ainda vivo, por Gideon e Horácio Carlos. A dupla enterrou a vítima em uma cova improvisada no terreno.

“Colocaram as pessoas no chão, e o Horácio Carlos junto [delas], como se fosse vítima. Nesse momento, houve uma reação do Marcos Antônio, e o Carlomam o atingiu com um tiro na nuca. A vítima ficou no local, agonizando. Eles colocaram a Renata Juliene e a Gabriela dentro da casa. Lá, vendaram as duas, amordaçaram-nas e seguiram para o cativeiro, em Planaltina (DF). Levaram o Marcos enrolado em um tapete, no carro do Gideon”, detalhou Ricardo Viana.

Durante a madrugada, no cativeiro, o adolescente entrou em pânico ao ver a brutalidade da ação, pulou o muro e fugiu do local.

4 de janeiro
Os criminosos levaram Cláudia Regina e a filha dela, Ana Beatriz Marques de Oliveira, 19, para o local do cárcere.

O grupo conseguiu render a vítima ao simular — com o celular de Marcos Antônio — que Gideon e Horácio Carlos ajudariam na mudança para a nova casa de Cláudia Regina, pois ela havia vendido o imóvel anterior.

Quando Cláudia Regina e a filha Ana Beatriz entraram na casa nova, acabaram rendidas por Carlomam, enquanto os demais também fingiam ser vítimas.

As duas foram levadas para cativeiro: Renata Juliene e Gabriela ficaram em um cômodo; Cláudia Regina e Ana Beatriz, em outro.

12 de janeiro
Thiago Gabriel recebeu um bilhete que o chamava, com a esposa Elizamar da Silva, 39, e os filhos do casal, até a chácara no Itapoã. Os criminosos escreveram um termo usado por Marcos Antônio para tornar a mensagem convincente.

Lá, Thiago acabou rendido. A cabelereira Elizamar foi para o endereço só após sair do trabalho, à noite. Ao chegar, também foi feita refém.

Sem apoio do adolescente, que não quis mais participar do crime, o grupo precisou de um novo ajudante: Carlos Henrique Alves da Silva, 27, conhecido como “Galego”.

De lá, os criminosos seguiram para Cristalina (GO), com Elizamar e os três filhos dela, onde asfixiaram as vítimas e queimaram o carro da cabeleireira. Thiago Gabriel ficou no cativeiro.

“Sempre nas ações de queimar corpos e levá-los para fora do DF, estavam presentes Carlomam, Horácio e Gideon. O Fabrício ficava cuidando do cativeiro”, acrescentou o delegado do caso.

14 de janeiro
De madrugada, Carlomam, Horário Carlos e Gideon dirigiram com Renata Juliene e Gabriela, no carro de Marcos Antônio, até Unaí (MG). Lá, eles as asfixiaram e incendiaram o veículo com os corpos das vítimas dentro.

Devido às queimaduras, Gideon não participou dos outros assassinatos.

15 de janeiro
Thiago Gabriel, Cláudia Regina e Ana Beatriz deixaram o cativeiro, no Vale do Sol, em Planaltina (DF) ainda com vida. No entanto, foram levados com os criminosos para um terreno no Núcleo Rural Santos Dumont, a cerca de 5km de onde estavam, onde foram esfaqueados perto de uma cisterna. Em seguida, os assassinos jogaram os cadáveres das vítimas dentro do poço.

“Os criminosos sabiam exatamente o local onde esses corpos ficariam. A vítimas saíram da chácara com vida e, quando chegaram ao local dos assassinatos, foram mortas por objeto cortante”, afirmou o delegado Ricardo Viana.

“[Os corpos de] Ana Beatriz, Cláudia Regina e Thiago Gabriel foram jogados no interior da cisterna e, depois, cobertos com pedras, calhas e terra”, completou.

Pena de até 340 anos
A execução do plano durou 18 dias. Para a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os executores da chacina formam uma associação criminosa armada.

Os presos Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos, Fabrício Silva Canhedo e Carloman dos Santos Nogueira responderão por uma série de crimes cujas penas somadas podem chegar a 340 anos de prisão para cada um. Contudo, no Brasil, o tempo máximo de permanência na cadeia não pode passar de 40 anos.

A PCDF deve indiciar o quarteto por latrocínio, corrupção de menores, extorsão mediante sequestro, homicídio qualificado por motivo fútil e torpe, bem como ocultação e destruição de cadáver.

Os outros dois envolvidos — Carlos Henrique Alves da Silva, conhecido como “Galego”, e o adolescente de 17 anos — devem responder por crimes diferentes: o adulto, pelo homicídio de Thiago Gabriel; já a apreensão do mais novo ficará a cargo da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).

Por Metrópoles

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‘Fátima de Tubarão’, bolsonarista filmada dentro do Planalto, é presa em operação contra envolvidos em atos golpistas

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Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, de 67 anos, conhecida como “Fátima de Tubarão”, em referência à cidade do sul de Santa Catarina onde vive, está entre as pessoas presas nesta sexta-feira (27) na terceira fase da operação da Lesa Pátria, que cumpre mandados em cinco estados e no Distrito Federal contra envolvidos por organizar e participar dos atos terroristas de 8 de janeiro.

Os dois mandados da operação em Santa Catarina – um de prisão e outro de busca e apreensão – foram cumpridos contra Fátima, que foi flagrada invadindo o Palácio do Planalto.

Ela não foi presa na época da invasão aos prédios do Três Poderes e, até então, não constava na lista de investigados. O g1 busca contato com a defesa dela.

Nas imagens da invasão que viralizaram nas redes sociais, ‘Fátima de Tubarão’, fala: “Vamos para a guerra, é guerra agora. Vamos pegar o Xandão agora”, fazendo referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ela também declara em outro vídeo que “estava quebrando tudo”.

Condenação por tráfico de drogas
Além do envolvimento nos atos golpistas, a idosa tem antecedentes criminais em Santa Catarina. Ela responde a mais de um processo, tendo inclusive uma condenação por tráfico de drogas em 2014. A pena foi de 3 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão, que foi substituída por medidas restritivas de direitos. O processo está em segredo de Justiça.

Em outro caso, denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) detalha que Fátima responde por falsificação de documento e estelionato.

O processo informou que ela falsificou o documento de uma mulher em 2012 e realizou contratos de linhas telefônicas com a identidade falsa. O crime, conforme o texto, só veio à tona quando a vítima passou a ser cobrada pelos planos telefônicos.

Operação Lesa Pátria
Em todo o país são 11 mandados de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão em cinco estados e no Distrito Federal.

Ainda de acordo com a PF, os fatos investigados “constituem, em tese, os crimes de”: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Por G1

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Postos deram motivo insatisfatório para aumento no dia 1º, diz Senacon

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A Secretaria de Defesa do Consumidor (Senacon) avaliou que as justificativas dos postos de combustíveis para um aumento do preço da gasolina em 1º de janeiro, após a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente da República, não foram satisfatórias. Processos administrativos para apurar o caso foram abertos.

“Os entes que foram notificados – distribuidoras e entidades associativas dos postos – enviaram respostas que, no conjunto, nós consideramos insatisfatórias. (Respostas) dizendo que (o aumento da gasolina) já foi uma antecipação contra um possível aumento da carga tributária, que houve aumento de demanda. Foram diversas alegações que não vieram acompanhadas de nenhum demonstrativo”, afirmou o secretário do Consumidor, Wadih Damous, nesta sexta-feira (27/1), ao Metrópoles.

No dia 2 de janeiro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que mandou Wadih investigar postos de combustíveis que teriam aumentado os valores do litro da gasolina sem razão objetiva, logo após Lula se tornar oficialmente presidente do país.

Wadih Damous explicou que as informações iniciais são de que os postos suspenderam o aumento ainda no início do mês, quando foram notificados. No entanto, o secretário do Consumidor disse que solicitou uma planilha com as informações detalhadas dos cerca de 40 mil postos do país.

Contexto
Durante a transição do governo federal, a equipe econômica de Lula cogitou revogar a desoneração dos combustíveis, o que aumentaria o preço da gasolina. No entanto, a gestão petista decidiu não fazer isso em um primeiro momento.

Após tomar posse, Lula assinou uma medida provisória que manteve a desoneração sobre a gasolina e o diesel. Mesmo assim, alguns postos aumentaram os preços. No Distrito Federal, por exemplo, a gasolina subiu e chegou a R$ 6,30 no primeiro dia de 2023.

Por Metrópoles

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