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Pesquisa: Marcus Alexandre lidera disputa para a prefeitura da capital, Bocalom lidera rejeição

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O Instituto Delta divulgou no início deste mês de janeiro uma pesquisa sobre a preferência do eleitorado de Rio Branco sobre os possíveis candidatos a prefeito em 2024. De acordo com o levantamento estimulado, o ex-prefeito Marcus Alexandre lidera com 30% e na segunda posição surge o atual prefeito Tião Bocalom (PP) com 18%, seguido também pela deputada federal eleita e ex-prefeita Socorro Neri (PP), com 17%.

Na quarta posição surge o deputado Jenilson Leite (PSB) com 10% e na quinta posição aparece o ex-deputado Ney Amorim (Podemos) com 8%. Minoru Kimpara e Emerson Jarude registraram 6% e 4%, respectivamente. 7% dos entrevistados não souberam responder ou não sabem.

Já no quesito rejeição, Bocalom lidera com 31,82%. Ney aparece a segunda pior rejeição com 16,67%, seguido por Marcus Alexandre com 11,36%. Socorro e Jarude empatam com 4,55%. Minoru aparece com 5,30% e o detentor da menor rejeição é Jenilson com 0,76%.

A pesquisa, que foi contratada pelo MDB, ouviu 1.000 eleitores entre os dias 2 a 6 de janeiro. A margem de erro é 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiabilidade é de 95%.

 

Por ac24horas

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Em Bujari vereadora é alvo de ofensas machistas e ameaças de colega parlamentar: ‘vou te quebrar’

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A vereadora Eliane Abreu (PP), do município de Bujari, no interior do Acre, denunciou que foi alvo de ofensas e ameaças por parte do vereador Gilvan Souza (PCdoB), na última sexta-feira (27), na Câmara de Vereadores da cidade.

O g1 tentou contato com o vereador e com o presidente da Câmara do Bujari, mas ainda não obteve resposta.

A parlamentar afirma que, durante a discussão de um projeto que retiraria o pagamento de gratificação a servidores municipais, ao qual ela era contrária, Gilvan Souza teria iniciado as ofensas. Os vereadores estão em recesso parlamentar, mas foram convocados para uma sessão extraordinária que votaria o projeto encaminhado pela prefeitura.

“Como estamos em recesso, só podemos ser convocados em caso de matérias de interesse público e esse projeto tiraria direitos dos servidores, que é o anuênio, e eu sou contra. Eu argumentei que essa votação era de interesse apenas da prefeitura e esse processo tinha vários pontos incorretos. Parte dos vereadores concordaram, a assessoria jurídica também, e o presidente resolveu não dar continuidade. Nesse momento, ele [Gilvan Souza] ficou muito irritado e passou a me agredir, levantou calúnias. Citou palavras que eu nunca tinha falado, tentou jogar outros vereadores contra mim”, alega.

Com o início das ofensas, a parlamentar tentou contra-argumentar e a discussão seguiu até o momento que Gilvan Souza partiu para agressão física. “Eu tentei com argumentos técnicos, mas não adiantou, ele dava socos na mesa. Depois de muitos socos na mesa, palavras de baixo calão e intimidação, ele partiu pra agressão e disse: ‘eu vou te quebrar’, relata a vereadora.

Segundo Eliane Abreu, o parlamentar apresentava sinais de embriaguez e só não conseguiu efetuar as agressões físicas porque foi contido por outro colega. A vereadora afirma agora que irá fazer um boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher (Deam) de Rio Branco nesta segunda-feira (30).

O Movimento Mulher Progressista, do partido da vereadora, divulgou uma nota de repúdio às agressões e disse ser “inadmissível que um homem use de ameaças e agressões às mulheres para impor autoridade ou expressar descontentamento por motivo de qualquer natureza”. (Confira no fim do texto a nota na íntegra)

Caso não é inédito
Vereador Gilvan Souza também teria ofendido Eliane Abreu em outra sessão, em 2021 — Foto: Arquivo pessoal

Vereador Gilvan Souza também teria ofendido Eliane Abreu em outra sessão, em 2021 — Foto: Arquivo pessoal

Em 2021, a vereadora também chegou a apresentar uma denúncia semelhante contra Gilvan Souza. Durante uma sessão, ele a teria ofendido e ela prestou queixa. O fato acabou sendo resolvido dentro do código de ética da casa e o processo foi concluído com um pedido de desculpas.

“Sempre que há uma discussão, eu me coloco dentro da lei. Isso irritava ele e eu sentia essa rispidez. Da outra vez, ele me xingou, usou palavras bem ruins. Eu fui na delegacia, prestei queixa. No decorrer do processo, o presidente nos chamou para uma reunião e disse que tomaria uma providência dentro do código de ética. Ele [Gilvan Souza] me pediu desculpas e eu aceitei”, conta.

Machismo na política

Eliane Abreu ressalta que, dessa vez, sente que está recebendo muito apoio, principalmente de outras parlamentares e ativistas de direitos das mulheres. Para ela, a agressão sofrida em plenário reflete situações que mulheres enfrentam no dia a dia, ainda mais na política.

“Eu tenho falado que esse assunto não é sobre mim, é sobre nós. Quando é mulher você precisa estar provando todos os dias que tem capacidade, você tem que ser muito boa para que seja ‘mais ou menos’ na visão de um homem”, avalia

A parlamentar afirma ainda que sente um preconceito agravado pelo fato de ser mãe divorciada. Mesmo afirmando se sentir desprotegida no local onde deveria estar segura, ela também ressalta que há parlamentares que respeitam mulheres na política.

“Eu nem quero que me respeite como mulher, me respeite como parlamentar. Sou tão parlamentar quanto ele”, conclui.

Nota do partido

O Movimento Mulheres Progressistas Acre manifesta seu total repúdio à violência sofrida pela vereadora progressista Eliane Rosita, durante uma sessão realizada na Câmara Municipal de Vereadores de Bujari na sexta-feira (27/01), praticada pelo vereador Gilvan de Souza

É inadmissível que um homem use de ameaças e agressões às mulheres para impor autoridade ou expressar descontentamento por motivo de qualquer natureza. Repudiamos todo tipo de violência contra as mulheres, inclusive a política onde juntamente com o machismo demonstram a luta diária das mulheres em ingressar em espaços de trabalhos e decisões.

Diante disso o Movimento Mulheres Progressistas manifesta sua solidariedade à Vereadora e repudia qualquer violência contra as mulheres.

Movimento Mulheres Progressistas Acre
Presidente Gizelda Silveira
Vice-presidente Nazaré Sousa

Por G1/Ac

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PM prende cinco foragidos da justiça, apreende arma de fogo e recupera objetos roubados na capital

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Por Assessoria de Comunicação da PMAC

Durante o serviço deste sábado, 28, guarnições da Polícia Militar do Acre (PMAC) prenderam cinco foragidos da justiça, apreenderam arma de fogo e recuperaram objetos roubados. As ocorrências se deram em bairros distintos de Rio Branco, sendo no total sete pessoas presas e conduzidas a delegacia.

 

Um foragido da justiça, de 33 anos, foi preso pela guarnição do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN), no bairro Alto Alegre, após abordagens em uma barreira policial. O segundo, de 26 anos, por militares da Patrulha Rural, do 1° Batalhão de Polícia Militar (1° BPM), após abordagem de rotina no bairro Bahia Nova.

 

Outros dois foragidos foram presos por militares do Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (GIRO), nos bairros Santo Afonso e São Francisco, ambas após abordagens a suspeitos, uma delas a um veículo Táxi e a outra, após o cidadão tentar se evadir para dentro de um estabelecimento comercial.

 

Guarnição de Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM) prendeu um foragido da justiça no bairro Belo Jardim I. Com ele e seu comparsa foram encontradas uma arma de fogo, pistola PT100 de calibre .40, além de cinco munições, sendo três de calibre .40 e duas de calibre .38.

 

MULHER É PRESA APÓS COMETER ROUBO

 

A última ocorrência aconteceu também com militares do GIRO. Informados via Centro de Operações Policiais Militares (COPOM), de um roubo no bairro Quinze, região do 2° distrito de Rio Branco, onde foram repassadas as características dos autores.

A guarnição, diante das informações dos autores, conseguiu localizar uma mulher envolvida no crime, já no bairro Calafate. Com ela foi encontrada a motocicleta utilizada no roubo e os objetos subtraídos das vítimas.

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Moraes encaminha à PGR pedido para barrar posse de deputados

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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) enviou na 5ª feira (26.jan.2023) para a análise da PGR (Procuradoria-Geral da República) um requerimento para suspender a diplomação e impedir a posse de 11 deputados federais (leia abaixo os nomes). Eis a íntegra do despacho (141 KB).

A solicitação –realizada por advogados do Grupo Prerrogativas– também pede ao STF a instauração de inquérito policial “para apuração da responsabilidade penal” de congressistas do PP (Progressistas), PL (Partido Liberal) e PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro) no que se foi referido como “atos criminosos praticados no dia 08 de janeiro”.

Leia abaixo quais são os deputados incluídos no requerimento do Grupo Prerrogativo:  

  1. Nikolas Ferreira (PL-MG);
  2. Sargento Rodrigues (PL-MG);
  3. Rodolfo Nogueira (PL-MS);
  4. Marcos Pollon (PL-MS);
  5. João Henrique Catan (PL-MS);
  6. Dr. Luiz Ovando (PP-MS);
  7. Carlos Jordy (PL-RJ);
  8. André Fernandes (PL-CE);
  9. Silvia Waiãpi (PL-AP);
  10. Wallber Virgolino (PL-PB); e
  11. Rafael Tavares (PRTB-MS).

Além disso, os advogados pediram a abertura de ação no MPE (Ministério Público Eleitoral) para avaliar a “participação ou apoiamento e divulgação de atos golpistas e terroristas, praticando assim atos criminosos e contrários ao Estado Democrático de Direito” por parte dos 11 deputados incluídos no requerimento.

O ministro do STF fixou prazo de 24 horas para que a PGR se manifeste a respeito do despacho.

A posse dos 513 deputados federais eleitos em outubro de 2022 será realizada em 1º de fevereiro em sessão marcada para às 10h, no Plenário Ulysses Guimarães. A data também marca o início das atividades de 2023 no Congresso Nacional.

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