21 fevereiro 2024

Foragido da justiça é assassinado a tiros em sua residência no segundo distrito de Rio Branco

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Na noite da última quinta-feira (21), Ricardo Leite de Araújo, de 47 anos, que estava foragido da Justiça, foi vítima de um violento assassinato a tiros em sua própria casa, localizada no Ramal Bom Jesus, na região do Vila Acre, no Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações fornecidas pela polícia, Ricardo estava dentro de sua residência, auxiliando sua avó, que é cega e cadeirante, na preparação de alimentos. Os dois viviam sozinhos na casa. Nesse momento, criminosos chegaram em um veículo e o chamaram até o portão da residência. Quando Ricardo se aproximou da entrada da casa, foi alvejado por vários disparos de arma de fogo. Pelo menos quatro tiros atingiram seu peito e cabeça. Após o ataque, os agressores fugiram do local.

Os moradores da região ouviram os tiros e, após os suspeitos deixarem a área, foram verificar o que tinha acontecido. Foi então que encontraram Ricardo gravemente ferido em seu próprio quintal.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado para prestar os primeiros socorros, mas, ao chegar ao local, os profissionais de saúde apenas puderam constatar o óbito de Ricardo.

A Polícia Militar (PM) isolou a área para a realização dos procedimentos de perícia, e o corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames cadavéricos.

Policiais militares do 2° Batalhão coletaram informações preliminares para auxiliar nas buscas pelos autores do crime na região, mas até o momento, ninguém foi localizado.

A motivação do assassinato ainda está sob investigação da Polícia Militar, mas há indícios de que Ricardo estava recebendo ameaças devido a supostos envolvimentos em furtos. Além disso, a vítima era conhecida por seu envolvimento com substâncias entorpecentes.

Agentes da Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estão reunindo informações iniciais, e o caso será aprofundado nas investigações pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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