20 julho 2024

Onda de arrombamentos alarma comerciantes em Brasiléia e Epitaciolândia na fronteira do Acre com a Bolívia

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Uma série de arrombamentos tem gerado preocupação e prejuízos para os comerciantes em Brasiléia, município localizado na fronteira do Acre com a Bolívia. Até mesmo o pai da prefeita Fernanda Hassem, proprietário de uma farmácia na cidade, foi vítima dos ladrões. Em alguns casos, os criminosos são conhecidos das autoridades policiais.

A prefeita Fernanda Hassem divulgou uma nota destacando a reincidência dos roubos contra o estabelecimento de seu pai e compartilhou um vídeo da ação criminosa. Ela expressou sua indignação, ressaltando que esta foi a terceira vez que o estabelecimento foi furtado, sem que os autores tenham sido presos.

Em agosto passado, o jornal O Alto Acre já havia publicado informações sobre a preocupação dos comerciantes do centro antigo de Brasiléia, que estavam alarmados com a frequência e a audácia dos arrombamentos. Eles pediam medidas mais rigorosas das autoridades para combater essa onda de crimes que afeta tanto os empresários quanto os moradores locais.

No mês de setembro, vereadores de Brasiléia ameaçaram fechar a Ponte Wilson Pinheiro, conhecida como “Ponte da Amizade”, que liga Brasiléia a Cobija, no departamento de Pando, na Bolívia. A falta de fiscalização constante na ponte é considerada um facilitador para que os criminosos escapem para o lado boliviano.

Nesta quarta-feira, 27, o jornal O Alto Acre relatou que os arrombamentos que vinham ocorrendo em Brasiléia agora também se estendem à cidade vizinha de Epitaciolândia. Desta vez, dois comércios, uma quitanda e uma farmácia, foram alvo dos ladrões.

A ousadia dos criminosos e a aparente sensação de impunidade os levaram a quebrar as portas de vidro dos estabelecimentos na frente, visando agir com maior rapidez.

Os comerciantes, além de indignados, estão revoltados e se sentindo inseguros diante da situação. Diante dessa onda de crimes, a Polícia Civil está planejando operações nas cidades acreanas da região de fronteira, visando conter a escalada dos arrombamentos e furtos que estão causando pânico entre os comerciantes e a população. A comunidade local pede ação enérgica das autoridades para conter essa onda de crimes e garantir a segurança da região.

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