25 fevereiro 2024

Patrulha Maria da Penha celebra 4 anos no Acre com exposição em shopping

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Quem passou pelo Via Verde Shopping, em Rio Branco, no fim da tarde deste domingo, 17, pôde comemorar com a Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar do Acre (PMAC), o quarto aniversário, no estado, da unidade especializada em atender mulheres vítimas de violência doméstica. Para celebrar a data, os militares apresentaram uma exposição com direito a música ao vivo, bolo, distribuição de informativos e a presença das icônicas viaturas da instituição, Camaro e Manduquinha.

Com plateia animada, a banda de música da PMAC, a Furiosa, ditou o ritmo da celebração. O clima festivo ganhou os corredores e a praça de alimentação, local onde o estande com informativos ficou à disposição dos visitantes, oferecendo informações essenciais sobre a atuação da unidade e os serviços disponíveis para as mulheres vítimas de violência.

Para a coordenadora da Patrulha Maria da Penha, capitã Priscila Siqueira, foi um momento de alegria e gratidão. A oficial destacou que a exposição é uma oportunidade para a comunidade reconhecer o trabalho árduo e o compromisso da equipe na proteção das mulheres e na construção de um Acre mais seguro e igualitário.

“Continuaremos trabalhando incansavelmente para proteger e apoiar todas as mulheres que precisam de nossa ajuda”, afirmou.

A capitã Priscila Siqueira, coordenadora da Patrulha, falou da alegria em comemorar os quatro anos do programa. Foto: Joabes Guedes/PMAC

Patrulha em números

Em quatro anos de atuação, as equipes da Patrulha Maria da Penha já realizaram mais de 12 mil atendimentos em todo o estado, prestando apoio direto a mais de 3.500 mulheres que precisaram de ajuda e orientação para superar o ciclo de violência.

Atualmente a coordenadoria está presente em todos os batalhões do Estado e mantém um protocolo de atendimento de centenas de mulheres em aberto, demonstrando o contínuo compromisso da equipe em oferecer assistência e proteção às vítimas. Além disso, quase duas mil mulheres já concluíram o ciclo de atendimento, o que lhes permitiu reconstruir suas vidas com dignidade e segurança.

 

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