Neste 31 de março, o Brasil relembra um dos momentos mais sombrios de sua história: o golpe militar de 1964, que instaurou um regime autoritário marcado por violência, repressão e censura. São 61 anos desde o início de uma ditadura que durou 21 anos, silenciando vozes contrárias ao regime e violando direitos humanos.
Entre as vítimas da ditadura, está a ex-presidente Dilma Rousseff, um símbolo de resistência e força. Jovem militante na época, Dilma foi presa, torturada e submetida a sessões de interrogatórios brutais. Sua trajetória de luta pela democracia tornou-se um exemplo de coragem e determinação, inspirando gerações a jamais esquecerem os horrores desse período.
Lembrar para que não se repita
O golpe militar resultou em censura à imprensa, perseguição política, prisões arbitrárias e desaparecimentos forçados. Muitas famílias nunca tiveram respostas sobre seus entes queridos.
A memória desse período é fundamental para garantir que a democracia seja sempre protegida. Relembrar não é reviver, mas sim evitar que se repita. A história nos ensina que a liberdade e a justiça são conquistas que exigem vigilância e resistência constante.
Neste 31 de março, o Brasil reafirma seu compromisso com a democracia, a liberdade de expressão e os direitos humanos, valores fundamentais que devem ser preservados para que nunca mais haja espaço para regimes autoritários.