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Agressão brutal em escola foi inspirada em tribunal do crime. Vídeo

Por Metrópoles 06/08/2025 12:27
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A Polícia Civil do estado do Mato Grosso (PCMT) concluiu a investigação que apurava o brutal espancamento praticado por quatro adolescentes contra uma colega, na Escola Estadual Carlos Hugueney, em Alto Araguaia (MT), na última segunda-feira (4/8).

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As investigações apontam que as menores envolvidas, que têm entre 11 e 14 anos, mantinham entre si um grupo organizado, com atribuições e regras internas semelhantes a uma facção criminosa e que a vítima teria sido castigada por, supostamente, descumprir uma dessas regras.

Segundo a PCMT, durante a sessão de violência, a vítima, que tem 12 anos, foi obrigada a não chorar, sob pena de sofrer mais agressões.

Diante das provas colhidas, o delegado responsável pela condução da investigação, Marcos Paulo Batista de Oliveira, sugeriu a internação das adolescentes pelos atos infracionais análogos aos crimes de tortura e integração de organização criminosa, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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A sugestão foi acatada pela 1ª Vara de Alto Araguaia, nesta quarta-feira (6/8). Com a decisão, foram expedidos mandados de busca e apreensão para cumprimento da medida socioeducativa de internação das três adolescentes envolvidas.

No caso da quarta menor envolvida, houve o impedimento legal para aplicação de medida socioeducativa de internação, nos termos do ECA, uma vez que ela tem apenas 11 anos.

A sessão de tortura

O espancamento da menina de 12 anos foi inteiramente gravado e passsou a circular nas redes sociais logo após o ocorrido.

No vídeo, a vítima aparece ajoelhada enquanto é agredida com socos, chutes. As adolescentes chegaram a usar um cabo de vassoura para golpear a menina. As imagens são fortes.

Veja:

Ao fim da agressão, uma das adolescentes afirma que a vítima “nem chorou”.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) informou que apura o caso “com rigor”.

Segundo a Seduc, as equipes gestora e psicossocial da escola e da Diretoria Regional de Educação foram mobilizadas para prestar atendimento à vítima, aos demais envolvidos e às suas famílias, com o objetivo de oferecer acolhimento e suporte necessários.

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