9 de julho de 2026

Eduardo Bolsonaro é convocado pelo governo dos EUA para reunião

Eduardo Bolsonaro é convocado pelo governo dos EUA para reunião
Eduardo Bolsonaro é convocado pelo governo dos EUA para reunião

O governo de Donald Trump convocou o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo para uma reunião na próxima semana, quarta-feira (13/8) e quinta-feira (14/8). Os representantes do governo dos EUA querem mais informações sobre as movimentações política e jurídica do Brasil. Eduardo Bolsonaro é apontado pelo governo brasileiro de principal articulador da taxação de Trump e das sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), junto ao governo norte-americano.

Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo estariam, agora, interessados no endurecimento da Lei Magnitsky contra Alexandre Moraes, mas não concordam com aplicação das sanções aos demais ministros do STF.

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Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução Eduardo Bolsonaro critica ação da PGRReprodução/Agência Brasil Eduardo Bolsonaro em live realizada neste domingo (20/7)Reprodução: YouTube/Eduardo Bolsonaro Jair Bolsonaro e Eduardo BolsonaroReprodução: YouTube

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Na quinta-feira (7/8), a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou nova mensagem criticando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e ameaçando os demais ministros da Corte.

“O ministro Moraes é o principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores. Suas flagrantes violações de direitos humanos resultaram em sanções pela Lei Magnitsky, determinadas pelo presidente Trump”, diz o texto publicado no X.

Na semana anterior, Donald Trump enquadrou Moraes na Lei Magnitsky. A norma pune cidadãos estrangeiros com bloqueio econômico e de bens nos Estados Unidos. Além disso, Trump ameaçou os demais ministros do STF de enquadrá-los na Lei, o que, por enquanto, não ocorreu.

“Os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar nem facilitar a conduta de Moraes. Estamos monitorando a situação de perto”, finalizou a Embaixada dos EUA no Brasil.