7 de julho de 2026

Após condenação, apoiadores fazem vigília no condomínio de Bolsonaro

Após condenação, apoiadores fazem vigília no condomínio de Bolsonaro
Após condenação, apoiadores fazem vigília no condomínio de Bolsonaro

Apoiadores fazem uma vigília na portaria do condomínio onde reside o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, na noite desta quinta-feira (11/9), em solidariedade ao ex-chefe da nação. Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (11/9) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.

No local, há um carro de som. Homens e mulheres chegam vestidos, a maioria deles, com roupas nas cores verde e amarela. Muitos estão enrolados na bandeira do Brasil e dos Estados Unidos. Durante a vigília, eles fazem clamores por Bolsonaro. Cânticos cristãos e hinos em referência a símbolos nacionais também são entoados entre uma oração e outra.

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Veja:

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar onde reside, no condomínio Solar de Brasília, localizado no bairro Jardim Botânico, em Brasília. A medida restritiva de liberdade foi imposta pelo ministro do STF Alexandre de Moraes sob o argumento de que Bolsonaro descumpriu medidas cautaleres determinadas pelo próprio magistrado.

3 imagensBandeira dos Estados Unidos esteve presente na vigíliaCom os braços erguidos, apoiadores participam de vigíliaFechar modal.1 de 3

De joelhos, apoiadora faz clamor por Bolsonaro

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES2 de 3

Bandeira dos Estados Unidos esteve presente na vigília

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Com os braços erguidos, apoiadores participam de vigília

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES

Além de populares, está no local o líder do PL na Câmara, deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ). Ele tem sido um dos defensores de uma anistia ampla e irrestrita para os envolvidos no golpe de Estado, incluindo o ex-presidente.

A vigília é realizada justamente após o STF condenar Bolsonaro, pelo placar de quatro a um, pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado. A pena aplicada a Bolsonaro pela trama golpista é de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado.

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Outros condenados

A condenação de Bolsonaro foi feita no âmbito da Ação Penal 2.668, que trata do núcleo crucial da trama golpista. Neste grupo estão outros sete réus. São eles: Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Augusto Heleno, general e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa; e Walter Braga Netto, general e ex-ministro da Casa Civil.