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Gabriel Boric elogia democracia do Brasil após condenação de Bolsonaro

Por Metrópoles 12/09/2025 20:27
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O presidente do Chile, Gabriel Boric, se manifestou nessa quinta-feira (11/9) sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em publicação nas redes sociais, Boric elogiou a democracia brasileira, que, segundo ele, resistiu a uma intenção de golpe de Estado e, agora, julga e condena seus responsáveis.

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“Meus respeitos à democracia brasileira que resistiu a uma intenção de golpe de Estado e hoje julga e condena seus responsáveis. Trataram de destruí-la e hoje termina fortalecida. Democracia sempre.”

A manifestação de Boric reforça o clima de cooperação e harmonia nas relações bilaterais entre Brasil e Chile, que se intensificaram nos últimos anos.

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Ricardo Stuckert / PR2 de 5

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 5

O presidente do Chile, Gabriel Boric

Vinícius Schmidt/Metrópoles5 de 5

Presidente do Chile, Gabriel Boric, chegou na noite de sábado (16/11)

Alex Ferro/G20

Condenação de Bolsonaro

A fala ocorre logo após a Primeira Turma do STF condenar Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Do total, 24 anos da pena deverão ser cumpridos em regime fechado. A decisão histórica marcou a primeira vez em que um ex-presidente brasileiro foi condenado por crimes contra a democracia.

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O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, propôs a pena de 27 anos e três meses, composta por 24 anos e 9 meses de prisão, 2 anos e 6 meses de reclusão e 124 dias-multa. O ministro Flávio Dino acompanhou o relator, mas sugeriu a aplicação de 124 dias-multa equivalentes a dois salários mínimos cada, proposta acatada por Moraes.

Os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, presidente da Turma, também seguiram o relator. Somente Luiz Fux divergiu, votando pela absolvição de Bolsonaro em todos os crimes, e por isso não participou da dosimetria da pena.

Com isso, a condenação foi fechada por 4 votos a 1, confirmando a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes, como: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

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