A dupla sertaneja Felipe e Rodrigo recebeu a repórter do portal LeoDias, Mônica Apor, no lançamento de seu novo EP, “Velhos Hábitos em Nashville”, na noite desta quinta-feira (22/1), em São Paulo. Os artistas contaram, em exclusividade, como foi o processo de gravação do novo projeto na cidade dos Estados Unidos, conhecida por ser a capital da música country.
“Aqui no Brasil, a gente gravou o projeto ‘Velhos Hábitos’ com a produção do Eduardo, nosso irmão, e ele colocou vários elementos country durante a gravação, no DVD e tudo mais. A gente quis sentir o gosto de como é produzir um DVD, um CD, um single lá, né? E, com a ajuda do nosso produtor, que foi o cara que organizou tudo por lá, conseguiu os músicos e tudo mais, a gente sentiu na pele. Chegamos ao estúdio e falamos: ‘mano, quero gravar como a galera grava isso aqui’”, contou Rodrigo.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Felipe e Rodrigo lançam primeira faixa de “Velhos Hábitos”Foto/Divulgação Felipe & Rodrigo celebram estreia de “Ignora”Créditos: @daniivalverdee Créditos: @daniivalverdee Felipe & RodrigoFoto/Instagram/@felipeerodrigo
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Felipe explicou como funciona desde o momento de apresentar a música até a gravação oficial das canções: “Nós ficamos três dias lá em Nashville. A gente chegou à noite, foi conhecer a cidade, sentir como realmente é viver e respirar a música ali. No outro dia, fomos para o estúdio e, chegando lá, rolou exatamente essa pergunta. A galera falou: ‘como vocês querem gravar? Vocês querem gravar voz antes, voz depois?’. Aí a gente falou: ‘a gente quer exatamente do jeito que a galera grava aqui, faz do jeito que vocês fazem’. E a gente seguiu o jeito que eles fazem. É tudo muito rápido, é tudo muito feeling (sentimento). Eles escutam a música, arranjam meio que na hora e já passam gravando. Por isso tem muito sentimento, porque o músico consegue passar o que está sentindo na hora. E é isso que fica, entendeu? Não fica refazendo um monte de vezes. Vamos dizer que a primeira passada já fica aquilo ali mesmo”, explicou o músico.
O cantor apontou ainda o que, em sua opinião, seria diferente de um projeto no Brasil: “O som lá é diferente. Acho que isso parte tanto da tocada dos músicos quanto da cultura. Aqui no Brasil a gente tem músicos incríveis, tão bons quanto os de lá, mas acho que a cultura influencia muito o que a galera escuta lá e o que a galera escuta aqui. Então, a sonoridade é muito diferente. A mix, que é o final da música, quando o produtor, o engenheiro de áudio, faz a finalização, também é uma etapa muito diferente. E a etapa da criação também, né”, afirmou.






