Nesta quarta-feira (25/2), por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para condenar os irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão por planejarem e mandarem matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em março de 2018, no Rio de Janeiro.
A Primeira Turma do STF retomou, nesta quarta-feira, o julgamento dos acusados de mandar matar a ex-vereadora e o motorista. Acompanharam o voto pela condenação, ao lado do relator do caso, Alexandre de Moraes, os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, que preside a Turma. Concluída essa etapa do julgamento, caberá aos magistrados definir as penas dos condenados
Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução/ Reprodução/ Marielle FrancoFoto: Dayane Pires/CMRJ Reprodução/ Marielle FrancoFoto: Renan Olaz/Câmara do Rio Anielle Franco no julgamento do caso da irmã, MarielleFoto: Gustavo Moreno/STF
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Primeiro a votar, o ministro Alexandre de Moraes rejeitou as questões preliminares apresentadas pelas defesas, ou seja, pedidos que tentavam barrar o andamento do processo. Para completar, Moraes afirmou que os irmãos Brazão foram os mandantes do assassinato. O ministro ressaltou ainda que o crime teve motivação política, além de “misoginia, racismo, discriminação” e indícios de “queima de arquivo”.
Além dos irmãos Brazão, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal também condenou outros envolvidos no caso. O delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior foi responsabilizado por obstrução de Justiça e corrupção passiva.
Já o major da Polícia Militar Ronald Paulo Alves Pereira foi condenado por duplo homicídio e homicídio tentado. Por fim, o policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão Robson Calixto Fonseca recebeu condenação por participação em organização criminosa.






