Com a aguardada continuação de “O Diabo Veste Prada” chegando aos cinemas, os perrengues e segredos dos bastidores do mundo da moda voltaram a ser assunto. Entrevistada pela repórter Tati Apocalypse, do portal LeoDias, a modelo e apresentadora Renata Kuerten confessou que a ficção não está distante da realidade. Durante um desfile realizado em São Paulo na última quarta (8/4), ela revelou já ter cruzado com uma versão brasileira da temida personagem Miranda Priestly.
A implacável editora-chefe eternizada por Meryl Streep nas telonas foi amplamente inspirada em Anna Wintour, a toda-poderosa líder da revista Vogue americana. Conhecida por sua postura fria, óculos escuros inseparáveis e um nível de exigência quase impossível de ser alcançado, Wintour é a figura máxima da indústria da moda mundial.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Anna Wintour e Miranda Priestly, personagem de “O Diabo Veste Prada”Créditos: Reprodução/Vogue/20th Century Fox Renata KuertenCrédito: Portal LeoDias Miranda Priestly, personagem de “O Diabo Veste Prada”Crédito: Reprodução/20th Century Fox
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Questionada se já havia esbarrado com alguém que encarnasse essa mesma postura intimidadora em seus trabalhos, Renata caiu na risada e confirmou, mas tratou de fugir de polêmicas. “Já, mas não vou citar nomes”, disparou. Instigada pela repórter para revelar o alvo da fofoca, a modelo ameaçou encerrar a entrevista em tom de brincadeira: “Tchau! Muito obrigada”.
Mesmo se esquivando, Renata entregou que a profissional é brasileira e, de olho nas redes sociais, assumiu que a fofoca contada pela metade é uma tática proposital. “Não vou dar mais dica, não. É legal deixar no vácuo. As pessoas ficam com suspense e dá mais engajamento”, ironizou a apresentadora.
Apesar de reconhecer o choque ao presenciar atitudes semelhantes às retratadas no filme, a modelo esclareceu que não chegou a sofrer na pele com a “Anna Wintour brasileira”. “Não foi comigo, mas eu já vi, né? Já conheci, já me falaram, daí eu fiquei: ‘Oh, muita personalidade’. Mas é que eu gosto de pessoas com personalidade, eu acho legal”, concluiu.


