14 de julho de 2026

Estudantes bloqueiam entrada da Ufac em protesto contra crise no transporte coletivo

Manifestação cobra soluções para a falta de ônibus em Rio Branco e reúne universitários em paralisação no campus da Ufac.

Estudantes bloqueiam entrada da Ufac em protesto contra crise no transporte coletivo
Estudantes protestam na entrada da Ufac contra a crise no transporte coletivo em Rio Branco.

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac), com apoio de representantes de movimentos estudantis, realizaram nesta terça-feira (14) um ato público em frente ao campus da instituição, em Rio Branco. A mobilização tem como foco denunciar os impactos da crise no transporte coletivo da capital, que tem dificultado o acesso de alunos, professores e servidores à universidade.

O movimento, batizado de “Trancaço na Ufac”, começou nas primeiras horas da manhã e teve continuidade durante a tarde, com concentração de estudantes na entrada do campus e paralisação das atividades letivas.

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Segundo os organizadores, o protesto ocorre em resposta à redução da frota de ônibus em circulação na capital, situação agravada após a apreensão judicial de parte dos veículos que operavam no sistema de transporte coletivo.

A diminuição do número de ônibus tem provocado atrasos, dificuldades de deslocamento e prejuízos às atividades acadêmicas, afetando diariamente milhares de estudantes que dependem do transporte público para frequentar a universidade.

Os impactos no funcionamento da Ufac já vinham sendo registrados desde o dia 2 de julho, quando a redução da frota começou a comprometer a rotina da comunidade universitária.

Diante da situação, estudantes realizaram uma assembleia geral e aprovaram a deflagração de uma greve estudantil, reivindicando medidas urgentes para normalizar o transporte coletivo e garantir o acesso às aulas presenciais.

Os manifestantes defendem que o poder público apresente soluções imediatas para a crise, considerada um dos principais problemas enfrentados atualmente pela comunidade acadêmica da universidade.

Por Allyson Barros