O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que um homem apontado como operador financeiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) tinha uma caixa de dinheiro com o nome de Deolane Bezerra. O suspeito foi preso na manhã desta quinta-feira (21/5) durante a Operação Vérnix, a mesma que culminou na prisão da influenciadora, também investigada pela suspeita de ligação com o esquema de lavagem de dinheiro com a facção criminosa. Além dos dois, a operação deflagrada pela Polícia Civil de SP mirou Marcola e três familiares do líder da facção.
De acordo com o político, o trabalho de inteligência começou na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. “A intersecção de comunicação entre facção criminosa se construiu e se entendeu uma história que envolve empresas de transporte e outras empresas de fachada para fazer lavagem do dinheiro do crime organizado”, declarou.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Deolane chegando ao Palácio da Polícia, em SP, para prestar depoimentoCrédito: Reprodução SBT Deolane Bezerra retornando ao DHPPCrédito: Reprodução SBT Deolane chegando ao Palácio da Polícia, em SP, para prestar depoimentoCrédito: Reprodução CNN Brasil Deolane horas antes de ser presaCrédito: Reprodução Instagram @deolane Deolane horas antes de ser presaCrédito: Reprodução Instagram @deolane
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“Foi presa a influenciadora Deolane, que tinha uma série de empresas de fachada que faziam essa operação criminosa de lavagem de dinheiro para o PCC. Foi preso também o operador do esquema. Inclusive, ele tinha uma caixa de dinheiro com o remetente, que é para quem iria, e era para a própria influenciadora”, acrescentou Tarcísio.
Ainda de acordo com o governador, a operação bloqueou mais de R$ 320 milhões dos envolvidos na investigação, sendo cerca de R$ 9 milhões apenas em veículos de luxo: “A gente espera que esses recursos possam voltar a serem utilizados no combate ao crime organizado”.
Além de Deolane e do operador financeiro, a operação deflagrada pela Polícia Civil de SP mirou Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola e apontado como líder da facção, e três familiares dele: o irmão, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, e os dois sobrinhos, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.


