13 de julho de 2026

Foragido da justiça é assassinado a tiros em sua residência no segundo distrito de Rio Branco

Foragido da justiça é assassinado a tiros em sua residência no segundo distrito de Rio Branco

Na noite da última quinta-feira (21), Ricardo Leite de Araújo, de 47 anos, que estava foragido da Justiça, foi vítima de um violento assassinato a tiros em sua própria casa, localizada no Ramal Bom Jesus, na região do Vila Acre, no Segundo Distrito de Rio Branco.

- Publicidade -

De acordo com informações fornecidas pela polícia, Ricardo estava dentro de sua residência, auxiliando sua avó, que é cega e cadeirante, na preparação de alimentos. Os dois viviam sozinhos na casa. Nesse momento, criminosos chegaram em um veículo e o chamaram até o portão da residência. Quando Ricardo se aproximou da entrada da casa, foi alvejado por vários disparos de arma de fogo. Pelo menos quatro tiros atingiram seu peito e cabeça. Após o ataque, os agressores fugiram do local.

Os moradores da região ouviram os tiros e, após os suspeitos deixarem a área, foram verificar o que tinha acontecido. Foi então que encontraram Ricardo gravemente ferido em seu próprio quintal.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado para prestar os primeiros socorros, mas, ao chegar ao local, os profissionais de saúde apenas puderam constatar o óbito de Ricardo.

A Polícia Militar (PM) isolou a área para a realização dos procedimentos de perícia, e o corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames cadavéricos.

Policiais militares do 2° Batalhão coletaram informações preliminares para auxiliar nas buscas pelos autores do crime na região, mas até o momento, ninguém foi localizado.

A motivação do assassinato ainda está sob investigação da Polícia Militar, mas há indícios de que Ricardo estava recebendo ameaças devido a supostos envolvimentos em furtos. Além disso, a vítima era conhecida por seu envolvimento com substâncias entorpecentes.

Agentes da Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estão reunindo informações iniciais, e o caso será aprofundado nas investigações pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).