
De acordo com Elisa Cavalcante, a ideia de conhecer a experiência pernambucana é possibilitar a expansão do número de turmas no modelo de tempo integral. “A gente veio conhecer para fortalecer e desenhar o nosso modelo”, afirma.
Em Pernambuco, segundo ela, há escolas de tempo integral de 35 e outras de 45 horas, o que não há, por enquanto, no Acre. “Em Pernambuco há escola que funciona com dupla jornada e essa experiência in loco fortalece o nosso plano de expansão”, relata Elisa.
A ideia da visita foi buscar um modelo de ensino em tempo integral que possa trabalhar nos dois turnos e não somente em um, como é atualmente na rede estadual de ensino do Acre. “Com isso, vamos otimizar as nossas escolas e oferecer uma grade com mais horários, já dentro do modelo do novo ensino médio”, diz.

Ainda de acordo com a professora Elisa, Pernambuco é referência no ensino integral porque desde 2004 o Estado já trabalhava com esse modelo de ensino. Também há vários modelos de tempo integral, inclusive escolas que atendem anos finais, modelo inédito no Acre.
“Além disso, eles trabalham com a educação técnica e a oferta de duas jornadas na mesma escola de tempo integral. Então a gente vai ver a realidade, os contextos, para tentar aplicar isso em nossas escolas e aumentar o número de estudantes matriculados”, explica.




