Após Ícaro Pinto, condenado pelo assassinato de Johnliane Paiva, ser flagrado em atividades sociais, questionamentos surgiram sobre a fiscalização das saídas durante seu regime aberto em prisão domiciliar. O Poder Judiciário do Acre esclareceu, por meio de nota, as condições sob as quais ocorre a apresentação do condenado.
Quanto ao Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN), foi esclarecido que Ícaro, antes de obter a prisão domiciliar, era monitorado por tornozeleira eletrônica e se apresentava no IAPEN. Contudo, com a mudança para a prisão domiciliar, ele não está mais sob monitoramento eletrônico e realiza as apresentações diretamente no Judiciário.
O caso ressalta a necessidade de revisão e aprimoramento das medidas para garantir a eficácia e a segurança do regime de cumprimento de pena em prisão domiciliar.





