Promotoria aponta risco de interrupção de serviços essenciais e dá prazo de 30 dias para regularização de repasses. O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) agiu para resguardar a assistência à saúde pública na capital. O MPAC cobra medidas para evitar paralisação no Hospital Santa Juliana e na Casa de Acolhida Souza Araújo, cobrando a regularização imediata de repasses estaduais que acumulam um passivo superior a R$ 20 milhões, segundo a Diocese de Rio Branco.
A recomendação foi emitida pela Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania.

