Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmaram pena de 2 anos de prisão domiciliar ao ex-ajudante de Ordens da Presidência da República, Tenente-Coronel Mauro Cid. Ele foi condenado por todos os crimes listados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) nos atos golpistas, que previa 34 anos de prisão, mas foi beneficiado pela delação premiada.
A delação premiada é um acordo legal que pode ser firmado entre um acusado de crime em troca por informações importantes que levem à prisão de outros envolvidos no caso.
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O acordo de Cid com a Polícia Federal foi questionado durante o julgamento dos atos golpistas, mas as alegações das defesas dos demais réus foram afastadas pelos ministros da Primeira Turma.
Nesta quinta-feira (11/9), a Primeira Turma do STF formou maioria para condenação dos réus dos atos golpistas, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro. O placar do julgamento foi de 4 votos a favor (Moraes, Dino, Cámen e Zanin) contra 1 (Luiz Fux).




