Após a compra de 263 mil toneladas de arroz importado em um leilão público, o governo federal inicia os próximos passos, que incluem armazenagem, empacotamento e distribuição do grão para a população.
A origem do arroz importado será conhecida após a apresentação do Documento de Importação pelas empresas responsáveis. A Conab espera que essa informação esteja disponível em até 15 dias.
Os lotes arrematados foram destinados aos estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco e São Paulo. Já os lotes destinados a Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins não foram comercializados.
O arroz deverá chegar aos armazéns da Conab até 8 de setembro, conforme o edital publicado em 29 de maio. A entrega será feita em três etapas, com prazo mínimo de 90 dias e máximo de 150 dias.
Os pacotes de arroz serão destinados a pequenos varejistas, mercados de vizinhança, supermercados, hipermercados e atacarejos em regiões com insegurança alimentar. Estas lojas serão cadastradas pela Conab. O valor do produto será estampado na embalagem do cereal, em um selo padronizado.




