Os moradores da comunidade de Boca do Iaco, situada nas margens do rio Iaco, encontram-se em um estado de apreensão crescente devido ao risco iminente de desabamento de um poste de energia localizado a menos de um metro de um desbarrancamento causado pela erosão contínua do solo. A comunidade, composta por dezenas de famílias, teme pelo colapso do poste, o que poderia interromper o fornecimento de energia elétrica e potencialmente causar danos significativos.
Moradores clamam por ação imediata
Em entrevista à nossa equipe, Maria Silva, moradora da comunidade, expressou sua preocupação e apelo à Energisa: “Estamos vivendo com medo constante de que o poste caia a qualquer momento. Nossas casas e famílias estão em risco. Pedimos que a Energisa nos ajude a evitar essa tragédia iminente, retirando o poste que está prestes a cair.”
Outro morador, João Santos, ressaltou a importância da pronta intervenção da empresa: “A Energisa é nossa única esperança. Precisamos que eles ajam rapidamente para garantir nossa segurança e evitar um corte de energia que afetaria todos nós.”
Energisa é chamada a responder
Em resposta às preocupações levantadas pela comunidade de Boca do Iaco, nossa equipe entrou em contato com a Energisa em busca de um posicionamento oficial sobre a situação. Até o fechamento desta matéria, a empresa ainda não havia emitido um comunicado específico sobre o assunto.
Enquanto os moradores de Boca do Iaco continuam vivendo em estado de apreensão, a esperança é que a Energisa reconheça a urgência da situação e tome medidas imediatas para remover o poste de energia em risco, evitando assim potenciais danos humanos e interrupções no fornecimento de energia na região.
A comunidade de Boca do Iaco, em Sena Madureira, enfrenta uma situação crítica com a ameaça iminente de desabamento de um poste de energia devido à erosão contínua das margens do rio Iaco. Os moradores estão clamando por ação urgente da Energisa para evitar o colapso do poste e os possíveis impactos negativos que isso acarretaria. O desenrolar dessa situação delicada permanece aguardado não apenas pela comunidade local, mas por todos aqueles que reconhecem a importância de medidas preventivas para garantir a segurança das pessoas e a continuidade dos serviços essenciais.






