
Durante a investigação realizada após seu apelo nas redes sociais, Valcione revelou que o município, ainda em julho de 2024, pagou R$ 636.876 para uma empresa fornecer o remédio. No entanto, a professora comparou os valores e apontou o superfaturamento: “O Estado gastou R$ 470 mil para comprar a mesma quantidade de medicamento, enquanto a prefeitura pagou R$ 638 mil”, afirmou, destacando a diferença de quase R$ 170 mil entre os valores.
O atual prefeito, Gerlen Diniz, assegurou que a Procuradoria Jurídica do município já está tomando providências para que a empresa cumpra a entrega dos medicamentos. “O município gastou uma fortuna e a professora não recebeu sequer uma dose. Isso é caso de polícia”, declarou.
A denúncia escancara não apenas o abandono de uma servidora pública em situação de saúde crítica, mas também um possível esquema de corrupção que usou recursos destinados à vida para bancar interesses políticos.



