O debate sobre a flexibilização do isolamento social em virtude da pandemia do novo coronavírus começa a ganhar corpo no Brasil. Estado mais afetado no país, São Paulo divulgou, na semana passada, um plano para dar início ao desconfinamento. O Amazonas segue caminho semelhante, mas, no interior, os rumos serão decididos individualmente pelos prefeitos.
Ao divulgar o plano, composto por cinco fases, o governo paulista estabeleceu uma série de indicadores para o flexibilização gradual. A capacidade ociosa de leitos é um deles. No dado mais recente sobre a capacidade de leitos em Guarulhos, divulgado no sábado (30/5), a taxa de ocupação das UTIs diminuiu, chegando a 84,9%.
As cidades que circundam a capital foram divididas em cinco subáreas. Elas devem apresentar, juntas, propostas para retomar as atividades. Enquanto isso não ocorre, apenas os serviços essenciais podem funcionar.
Para aderir à retomada gradual, que começa nesta segunda em parte do estado, os municípios terão que seguir, também, outros critérios, como o uso obrigatório de máscaras, a continuidade das medidas de distanciamento em áreas públicas e a redução da curva de infectados.




