Exclusivo: Advogado e autor da ação popular contra direções do IAPEN e FOC respondem acusações com nota de repúdio

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13 Fev de 2020 do YacoNews


 Notas de repúdio

Advogado 

 “É imensamente repudiante os ataques gratuitos desenvolvidos em desfavor de minha pessoa na qualidade como Advogado e do meu cliente Janes Peteca. Ofensas feitas recentemente por pessoas que apresentam algum tipo de ligação com os Diretores que são mencionados e denunciados ao longo da Ação Popular.

Deixo destacado que o meu cliente estará ingressando com Ações Cíveis, Criminais e Administrativas em desfavor de todos que o ofenderam seja por comentário e/ou compartilhamento de ofensas em redes sociais. Faço destaque que nenhum advogado pode ser constrangido no exercício de sua profissão por defender esse ou aquele caso, tendo em vista que o direito de defesa e ação de todo e qualquer cidadão é um dos alicerces que compõe a democracia. Tudo o aue fiz foi alicerçado no pedido e nos materiais fornecidos pelo meu Cliente.

Sempre que, a pretexto de se querer atacar alguma pessoa, se ataca também o advogado que o defende, perde o Estado Democrático de Direito, perde a cidadania. Ainda mais, observo que alguns integrantes do Sistema Penitenciários apresentam um destrato veemente efetuado em desfavor da Magistratura Acreana, assim, já observo o destrato efetuado em desfavor de algum Advogado e alguns Policiais Penais.

As recentes reportagens do Competente e atencioso Jornalista Leônidas Badaró relativas ao Sistema Prisional do Estado do Acre são excepcionais, bem redigidas, somando-se ao rol seleto de Jornalistas que integram a equipe AC 24 Horas, a qual considero o mencionado Jornal Digital como o atual e grande pilar do Jornalismo no Estado do Acre em que acompanho em período superior à 09 anos.

Assevero que no tocante à acusação presente na Operação Troia, simplesmente fui vítima de um dos maiores atentados à Advocacia Brasileira e que será registrado na história, especificadamente por conta da Criminalização de minha atividade Profissional como Advogado. Em breves palavras “Fui eleito bode expiatório e colocado no meio de uma Operação Policial” em que eu sequer possuía vínculos com outros Acusados, sendo a acusação lastreada em documentos relativos à Clientes que sequer eram investigados em tal operação, fato em total acinte jurídico e ofensa a dispositivo expresso em Lei Federal e também pela fragilidade da acusação que não provou qualquer bilhete, áudio, vídeo e mensagem expressa, clara e real que comprove que eu desempenhava a função de ser mensageiro de Presos isolados.

Portanto, tenho a total confiança na Justiça Brasileira, assim representada pelas diferentes instâncias Judiciais e Juízes competentes, imparciais e íntegros que foram o corpo da Justiça, bem como em organismos internacionais de Direitos Humanos que já acionei para acompanhar o meu caso.”


Autor da Ação Popular


“Eu sou José Janes também conhecido como Janes Peteca, sou funcionário Público, Agente Penitenciário e Sindicalista com vários Anos de Atuação. Contratei o Advogado Max para ingressar com a Ação Popular em desfavor do Estado do Acre e este prontamente efetuou e cumpriu o seu serviço em tempo imediado e o Advogado foi também alvo de perseguições desempenhadas contra este e articuladas por integrantes da cúpula do IAPEN que utilizam de todos os meios para perseguir tal Advogado, vejamos, em Abril de 2019 ocorreu uma situação relatada pelo Preso Marcos Vieira de Andrade Tacaná em que este escreveu uma Carta e entregou a Juíza da Vara de Execuções Penais e à OAB em que relata que o Diretor Fagner Souza da Silva estava coagiu vários Presidiários para que estes incriminasse alguns Advogados e Agentes Penitenciários, incluindo eu e o Advogado que contratei, adiante eu expus a Situação, já os Advogados acusados preferiram não se expor, quando em Julho foi deflagrada a Operação Tróia, a qual foi baseada em informações subsidiadas pelo IAPEN para a Policia Federal e para o GAECO NESSE SENTIDO eu acredito que se eu tivesse ficado calado eu teria provavelmente sido inserido na Operação Troia como algum dos investigados. 

Quanto ao Advogado Max, este foi vítima de uma das Maiores violações às Prerrogativas ocorridas na história da Advocacia inclusive é utilizado como acusação contra este um material que trata da possível pratica de crime por uma Advogada que estaria indo supostamente coagir uma vítima que é cliente do Advogado Max. 

O conteúdo da Ação Popular está versado em elementos de caráter grave e que ofendem abertamente a Máquina Pública, vejamos: 

1. Primeiramente resta comprovado que a Direção do Presídio Francisco d’Oliveira Conde e o IAPEN autorizaram pessoas a ingressar no ambiente Prisional portando Celulares e até Computador, bem como permitindo a permanência de tais pessoas durante três dias, inclusive um Jornalista de um Jornal Local entrou com Celular e ficou tendo contato pessoal com presidiários, DETALHE ISSO TUDO NO PAVILHÃO L, onde ocorreram as fugas de 27 Presidiários de Alto nível de Periculosidade. Adiante consta o caso referente ao descaso e prejuízo com Medicamentos e com o 3 toneladas de alimentos que FORAM PAGOS PELA SOCIEDADE ACREANA, via dinheiro Público. 

Vale mencionar que o Preso que denunciou sofrer Tortura de Fagner desapareceu e só mandaram notícias de que este cortou a tornozeleira Eletrônica, portanto foragido.”

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