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SAÚDE

Com chegada do carnaval, Hemoacre convoca doadores para aumentar estoque: ‘Sangue é vida’

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Sangue é vida. É com esse lema que a agente de captação do Hemoacre Paula Queiroz destaca a importância das doações. Cada bolsa de sangue colhida nas doações permite atender de 3 a 4 pacientes, o que pode significar a sobrevivência de alguém.

“A gente depende da solidariedade das pessoas para que compareçam ao Hemocentro e façam a sua doação”, frisa.

Porém, entre os meses de dezembro e fevereiro as doações tendem a cair. Para a agente, o período chuvoso torna ainda mais difícil o comparecimento de doadores aos pontos de coleta. Com a realização da campanha natalina, o estoque foi estabilizado, mas pela dinâmica das emergências a situação pode voltar a ficar preocupante.

“É um período marcado por férias, feriados prolongados, e também a questão das chuvas. Isso acaba acarretando o distanciamento dos doadores. Nós, enquanto captação, estamos sempre em busca de doações, seja através das coletas externas, seja através das ligações, para manter o estoque e atender as emergências”, ressalta.

Com a chegada do mês de fevereiro e a realização do carnaval, o Hemoacre busca se preparar para possíveis aumentos na demanda, e conta com as doações para manter o estoque nesse período.

“A gente não espera apenas que o doador venha até o centro, temos também estratégias. Temos um cronograma para parceria com empresas que vão nos ajudar com campanhas, e pretendemos ir ao município de Capixaba”, diz.

Quem pode doar
Para fazer a doação, o voluntário precisa estar saudável, bem alimentado, pesar acima de 50 kg, ter dormido bem na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica, ter entre 16 e 69 anos de idade e apresentar um documento oficial com foto. O intervalo mínimo entre uma doação e outra é de dois meses para homens e três meses para mulheres.

Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres em período de pós-parto não podem doar.

Os interessados podem comparecer à sede do Hemoacre na Avenida Getúlio Vargas, das 7 às 18h, de segunda a sábado.

Paula Queiroz ressalta ainda que o importante, além de doação, é que os voluntários mantenham o hábito de ir aos pontos de coleta para auxiliar na manutenção do estoque durante todo o ano.

“O doador voluntário, é o que comparece sempre ao Hemoacre, de 3 a 4 vezes por ano. Nós temos uma análise rigorosa dessas bolsas, muitas vezes leva de 3 a 5 dias a liberação para uso, é enviada uma amostra para Brasília para uma contraprova. Daí a importância do doador”, finaliza.

Por G1/Ac

SAÚDE

Em alusão ao Janeiro Branco, Iapen promove roda de conversa sobre saúde mental e equilíbrio emocional

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Em alusão a campanha do Janeiro Branco, o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) promoveu nesta quinta-feira, 26, no auditório da instituição, uma roda de conversa sobre saúde mental e equilíbrio emocional, por meio do Departamento de Reintegração Social, Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP), e escritório social. Com a temática “A vida pede equilíbrio”, a conversa teve como público alvo cumpridores de medidas alternativas e egressos do sistema prisional.

Com um diálogo de acolhimento e ações reflexivas, a psicóloga de formação e ouvidora do Iapen, Macleine Melo destacou: “É necessário que cada um de nós adote autocuidados, a ideia é olhar para dentro, olhar para si de forma cuidadosa e generosa, esse movimento também contribui para otimizar as relações com os outros, seja em casa ou no trabalho”.

Berenice Montezuma, assistente Social e chefe da Divisão de Alternativas Penais e Atenção aos Egressos, disse: “Sempre é possível incluir uma nova história, e essa campanha em janeiro simboliza um recomeço, novos planos e perspectivas”.

Alguns servidores do Iapen também participaram do encontro, que marca o mês de conscientização da importância da saúde mental, que busca construir uma cultura de atenção para si. As campanhas mudam estereótipos, além de levantar questões sobre orientação, ajuda e o auto respeito.

Gestoras do Iapen. Foto: Cedida

“A roda de conversa com esse público já faz parte de várias ações que são desenvolvidas anualmente pelos profissionais técnicos da Ciap e Escritório Social que buscam levar conhecimento e informação a esta parcela da população que muitas vezes necessita de aprendizado e orientação para se desenvolver em sociedade e assim não cometer novos delitos”, afirma a assistente Social e Chefe do Departamento de Reintegração Social do Iapen, Liliane Moura.

“O Iapen acredita na transformação social por meio do acolhimento humanizado e continua atuando em diversas ações e serviços, nesse sentido, tendo em vista que isso é capaz de promover o cuidado com as emoções”, frisou o presidente do Iapen, Glauber Feitoza.

Por Agencia de Noticias do Acre

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Hospital infantil de RR registra 29 internações de Yanomami em uma semana; número chega a 47

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A prefeitura de Boa Vista informou ao g1 que na última semana foram feitas 29 novas internações no Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA). Ao todo, segundo a unidade, há 47 crianças Yanomami internadas no local.

As principais causas de internações das crianças que estão no HCSA são: doença diarréica aguda, inflamação gastrointestinal aguda, desnutrição, desnutrição grave, pneumonia, picadas de cobra e malária. O número de novas internações corresponde ao período em que o Ministério da Saúde esteve Terra Indígena Yanomami e resgatou indígenas com quadros de desnutrição severa e malária.

O Santo Antônio, administrado pela prefeitura da capital, é a única unidade de saúde em Roraima que atende crianças até 13 anos. O hospital também costuma receber pacientes da Guiana e Venezuela, países que fazem fronteira com o Brasil.

Ontem, a Urihi Associação Yanomami, coordenada pelo presidente do Conselho do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuana (Condisi-YY), Júnior Hekurari, divulgou que 26 crianças e dois adultos foram resgatados durante a missão do Ministério da Saúde, realizada neste domingo (22).

O secretário de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba acompanhou a ação e ao g1 definiu o cenário como “uma operação de guerra”. Tapeba esteve na região de Surucucu, uma comunidade dominada pelo garimpo – a atividade ilegal é a principal causa da crise sanitária no território.

Por G1/Ac

 

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Surto de diarreia em Florianópolis tem vírus como causa, aponta análise preliminar

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Resultados preliminares indicam o norovírus como o causador da epidemia de diarreia que ocorre em Florianópolis em janeiro. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde na sexta-feira (20).

Mais de 3 mil casos foram notificados na capital, principalmente nas praias da região Norte da cidade.

O norovírus é facilmente transmitido por alimentos e bebidas contaminados, e também em locais de confinamento ou aglomerações. Pode ser passado de uma pessoa para outra pela tosse ou contato com mãos contaminadas. As condições sanitárias também influenciam na transmissão do vírus.

Até 21h18 de sexta, Florianópolis havia registrado, em janeiro, 3.241 casos de diarreia na rede pública municipal. Desses, 2.090 foram diagnosticados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, no Norte da Ilha de Santa Catarina, e 1.151 na UPA Sul, no Sul da Ilha.

Para se chegar a esse agente causador da diarreia, amostras de pacientes foram enviadas para o laboratório de virologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da BiomeHub.

Das amostras de fezes coletadas no Norte da Ilha, local com maior concentração dos casos de diarreia, foi identificada a presença de norovirus em 63% delas, conforme a secretaria.

Prevenção
A Vigilância Epidemiológica de Florianópolis divulgou orientações para prevenção à diarreia. Confira abaixo:

Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou solução antisséptica;
Beber água tratada e de fonte segura;
Avaliar se os alimentos foram bem preparados;
Evitar o consumo de alimentos de vendedores ambulantes não credenciados e frutas/verduras com as cascas danificadas;
Conferir se os alimentos estão bem embalados e com as informações de produção e data de validade;
Evitar o consumo de preparações culinárias com ovo cru;
Não se banhar em praias consideradas impróprias para banho e locais perto de saídas de rios e córregos;
Não consumir água do mar;
Evitar levar animais à praia.

Por G1

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