18 julho 2024

Governo realiza mutirão de atendimento a produtores rurais que serão pagos por serviços ambientais

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Ação contatou possíveis beneficiários que vão receber por serviços ambientais. Foto: Arquivo/Semapi

O governo do Acre, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (Semapi), realizou, durante toda a semana passada, um mutirão ambiental de atendimentos a produtores rurais nos municípios de Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves.

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A ação, realizada em parceria entre com o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e a coordenação local do Projeto Floresta + Amazônia, pretende recrutar possíveis beneficiários a receber Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) no estado.

O mutirão foi realizado no Assentamento Paraná dos Mouras e Gleba Retumba e ofertou serviços de regularização ambiental, como inscrição e retificação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) e prospecção de produtores rurais que possuam ativo florestal e possam ser elegíveis a beneficiários do Projeto Floresta + Amazônia, que visa ao pagamento por serviços ambientais na modalidade de conservação.

No total, foram realizados 67 atendimentos, com três termos de compromisso ambiental (TCA) firmados. Uma equipe do escritório do CAR da Semapi ficou responsável por conduzir as análises técnicas.

A secretária do Meio Ambiente e das Políticas Indígenas, Julie Messias, explicou que os produtores rurais que devem receber vão ser pagos por conservar a floresta, garantindo um excedente de reserva legal.

“O PSA é uma forma de reconhecer o trabalho dos nossos povos no sentido de proteger as florestas. Esse recurso vai beneficiar produtores que praticam o desenvolvimento sustentável em suas propriedades”, afirmou.

Edilson Costa é produtor rural e foi um dos selecionados para participar do projeto. Foto: Arquivo/Semapi

Edilson Costa, proprietário da Colônia Monte Sinai, é produtor rural e foi um dos selecionados para participar da ação. “Esse projeto vai ajudar muito, porque eu vou preservar a natureza; não quero mais derrubar e vou receber uma ajuda do governo para desenvolver meu lote, que fica no Paraná dos Mouras”, disse.

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