A governadora do Acre, Mailza Assis, se reuniu nesta segunda-feira (15) com o ministro dos Transportes, George Santoro, no Palácio Rio Branco, para tratar de um pacote de obras estruturantes no estado, com destaque para a recuperação da BR-364.
O encontro também contou com a presença de representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e da Secretaria de Estado de Planejamento.
Durante a reunião, foram discutidos investimentos que somam cerca de R$ 714 milhões, além da definição de um cronograma para obras consideradas estratégicas para a mobilidade e integração do Acre.

Entre os principais pontos apresentados está a publicação do aviso de licitação para a recuperação de 104 quilômetros da BR-364, no trecho entre Sena Madureira e Rio Macapá, incluindo o acesso ao município de Manoel Urbano.
Também foram abordadas intervenções em outras frentes, como o prolongamento da Ponte de Tarauacá, a recuperação da Estrada do Aeroporto, em Rio Branco, e a reestruturação da Ponte do Caeté, em Sena Madureira.
Segundo o Ministério dos Transportes, o objetivo é melhorar a segurança viária e fortalecer o escoamento de cargas, além de ampliar a mobilidade urbana em diferentes regiões do estado.
A governadora destacou a importância da parceria com o Governo Federal para viabilizar obras de grande porte, ressaltando que o Acre depende desse apoio para avançar em infraestrutura.
Ela também citou a necessidade de reconstrução da ponte de Sena Madureira e a continuidade de projetos como o anel viário e outras pontes em municípios do interior.
O ministro informou ainda que o governo federal trabalha com duas frentes de atuação na BR-364: manutenção emergencial e recuperação estrutural definitiva, com previsão de novos lotes de obras e investimentos adicionais.
Também foi anunciada a meta de elevar o Índice de Condição da Manutenção (ICM) das rodovias acreanas para 60% até o fim de 2026, o que representaria o melhor resultado já registrado no estado.
As autoridades destacaram ainda o uso de tecnologias de monitoramento e novos modelos de engenharia para garantir mais durabilidade às estruturas viárias da região amazônica.



